The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Livia Chaves
Dados Gerais

Nome: Livia Chaves
Apelido: Lilly
Idade: 16
Progenitorª Divino: Apolo
Progenitorª Mortal: Claudia Chaves
Cidade Natal: Vancouver
Moradia Atual: Los Angeles
Raça: Semideus

Permita-se sonhar e acreditar, pois essa é chave da felicidade
Dados Psicológicos



Descrição Física


Livia se olhou no espelho e deixou escapar um mínimo sorriso ela era uma menina um pouco baixa para sua idade, tinha cabelos loiros com mechas rosa nas pontas era um pouco gordinha, mas nem dando. Seus olhos castanhos se destacam, mesmo com seus pequenos cílios. Sua boca não era nem grande e nem pequena, seus lábios eram rosados e seu nariz era um pouco pontudo e não possuía muitas espinhas, mesmo sendo um pouco gordinha, possuía um corpo lindo. Era dona de algumas curvas que sempre caiam muito bem com as regatas e jaqueta preta que usava. Não era nem roqueira nem patricinha ela era pratica e Não se separava de seus amados all-star. Sempre era vista pelo acampamento usando seu uniforme: uma calça surrada nos joelhos e um all-star vermelho com detalhes e dourado, e sem contar é claro, com a blusa laranja do acampamento. Cabelo ou trançado ou em coque e, é claro, como toda boa filha de Apolo, usava fones de ouvido. Suas músicas variavam com seu humor e sentimentos do dia.

Descrição Psicológica


Lívia é uma menina peculiar, sua mente às vezes se compara a de uma criança de cinco anos o que pode refletir a sua parte da infância perdida sendo a esquisita que ninguém queria ficar perto, porem, as vezes, se torna muito matura a sua idade o que talvez tenha sido influenciado pelo o ano que passou na floresta além disso, é claro, ela é doida.protetora(o que as vezes chega a irritar e acaba afastando pessoas em sua volta ao invés de aproximá-las) ela é uma amiga muito leal e quando chama alguém de amigo é porque é verdade e pode ter certeza que ela nunca abandonará esse amigo ela é muito carismática e se mostra a palhaça da turma, mas não se engane com sua carinha inocente ela também é muito marota

História


Na penumbra da noite, uma sombra se movia rapidamente na noite. Precisava ser rápida necessitava disso mais do que tudo. A cesta que carregava se mexia e chorava muito assim como ela. Embora tentasse esconde-los, seus soluços reprimidos dava um olhar sinistro a quem visse aquela cena. Até que chega a um orfanato e coloca a cesta na porta
-Desculpe minha pequena raio de sol, é preciso fazer isso, para seu bem-disse a ruiva deixando sua pele alva ser banhada pela luz da lua até que olhando em um relógio e beija a testa colocando um pingente com uma clave de sol na cesta
-Boa sorte minha anjinha, mamãe nunca vai te esquecer
...
Fazia uma manhã quente todos estavam se divertindo nas ruas as crianças iam para a escola, adultos indo para seu trabalho e os mais velhos admirando o dia de sol
-Crianças, crianças voltem aqui- a voz da Madre Regina rompia o som na tentativa em vão de fazer elas se acalmarem era toda manhã assim as crianças correndo de um lado pro outro protestando que não queriam ir para a escola e a madre tentando organizar todos e como de costume quinze minutos depois todos estavam quietinhos e prontos para sair do orfanato em rumo à escola primária do Canadá
Prontos - disse a mais velha e após todos ascentiram ela abriu a porta, mas tinha algo de diferente ali... -Meu deus quem faria isso - ela disse ao se deparar com um bebê em uma cesta dormindo tranquilamente
...
Eu estava novamente no canto do meu quarto chorando, eu não sabia o que pensar novamente ninguém acreditava em mim, eu estava brincando com meus "irmãos" claro que não são de verdade já que eu moro em um orfanato desde que eu posso me lembrar; Tudo o que eu sabia era que a madre me acolheu em uma manhã quando estava levando alguns alunos para a escola publica perto e me deixou aos cuidados da cozinheira, logo quando ela voltou foi decidido meu nome e onde eu deveria passar a minha vida. Até que era uma vida boa. Não vou dizer que a vida era cem por cento, assim como todos no orfanato eu me sentia deslocada no mundo, sem saber de onde vim ou aonde eu iria, sem saber por que fui deixada na porta de um orfanato na noite fria, mas não era apenas isso que me fazia sentir deslocada.
Se fosse apenas isso seria bom.
Estranhas coisas aconteciam e eu não sabia explicar, eu via algumas sombras estranhas andando perto do orfanato e sempre que eu contava para a madre eu acabava de castigo no meu quarto por falar mentiras. Não importa quantas vezes eu dizia que não estava mentindo, ou que a coisa estivesse praticamente nas costas da madre, ela não poderia ver. E eu era castigada.
Eu estava ali contando os pontinhos que surgiram na minha parede, esperando poder sair do meu "castigo" pra poder ir jantar, meu estomago estava doendo, eu não deveria ter falado sobre as "sombras" antes do almoço e agora eu estava ali esperando ela achar que meu castigo foi o bastante; Mas por que eu via o que ninguém mais via? Por que eu tinha que ser castigada quando ninguém mais via as sombras? Sem falar no que aconteceu semana passada...
Eu estava cuidando dos coelhos de estimação do nosso orfanato, eu sabia que tinha que pedir ajuda das minhas "irmãs", mas elas estavam ocupadas demais e eu queria passar mais tempo com meus amigos fofinhos.
Quando a sombra apareceu. Eu corri para proteger os coelhinhos, eles pareciam assustados e então fui correndo chamar a madre quando vi os gritos, eu implorei para que elas acreditassem em mim, eu disse que algo estava errado com os coelhos; Mas então fui mandada para meu quarto e só de noite a madre veio me perguntar o como os coelhos tinham fugido.
Ela me levou para o cercadinho dos coelhos e não havia mais nenhum coelho lá, ela me disse que eu deveria ser mais responsável e que por isso eu ficaria de castigo.
Mas eu vi algo que fez meu sangue gelar e eu nem conseguia prestar atenção no que a madre dizia.
Gotas de sangue no fundo da cerca e a sombra indo embora. Eu me senti completamente desnorteada com isso, as sombras tinham levado meus coelhinhos? Eles tinham machucado os bichinhos que eu cuidei tanto?Mas as coisas estavam começando a me assustar.
Eu vejo as sombras começarem a se aproximar mais ainda do orfanato, eu tentei falar com a madre sobre isso, mas ela não acredita em mim e começou a me encarar como se eu estivesse possuída. As crianças ouviram minhas conversas e agora me apelidaram de a possuída... Os professores reclamam, mas não adianta, eles continuam a me chamar assim... Tem dias que eu gostaria de ficar apenas no meu quarto, apenas ali as sombras não poderiam me atormentar
...
Já estava me cansando daquilo ainda bem que, hoje seria meu primeiro dia de aula. Finalmente havia atingindo a idade certa para ir para ir para escolhinha. Acordei naquele dia meio desconfortável eu não estava me sentido bem... Só que não ia falar isso á madre afinal, seria mais fácil ela achar que eu estava medindo... De novo
Quanto cheguei á cozinha uma das feiras ali presente me puxou para um cantinho e pegou uma correntinha colocando-a em meu pescoço
-Essa corrente foi achado na sua cesta, quanto eu foi deixada aqui... Acho que sua mãe  iria gostar que você a recebesse num dia tão importante
Fazia um ano deste o trágico episódio com os coelhinhos, mas eu ainda era chamada de possuída fato que fez a professora brigar com os meninos e eu ganhar fama de “protegida da professora” a tarde passou até que rápido quanto tocou o sino e fomos liberadas arrumei minha pequena mochila e saí dali o mais rápido o possível alguma coisa me dizia que algo de muito ruim estava prestes a acontecer que pena que eu estava certa
Ao Chegarmos ao orfanato a madre Denise veio correndo em nossa direção com se quisesse nos impedir de chegar ao mesmo, ela parecia exausta e estava cheia de foligem, o que não dei muita importância na hora até porque era dia de limpar a chaminé.
-Fogo... Crianças... Fogo - disse ela e depois desmaiou como se fosse uma das mulheres de filmes românticos e antigos, mas a diferença é que ela não respirava. Tinha Morrido... A madre no pegou tentando nos controlar o que não deu certo. Logo, a metade das crianças estava correndo e gritando, e, como sempre eu era a exceção. Então vi a sombra ali perto
Ajoelhei-me perto dela e sem pensar no que estava fazendo fiz uma massagem peitoral nela. E para minha surpresa e dos outros ela abriu os olhos
_Liv...?-ela falou em duvida ao me ver, mas não me atendei muito a isso,pois logo as outras feiras nos cercavam e por causa da fumaça acabei apagando.
...
Eu estava em uma campina, mas não reconhecia o lugar. Olhei em volta e só tinha um piano... Esse que, Parecia me chamar, por mais tola que fosse aquela idéia,fui até o piano e me sentei,tirei o pano em cima da teclas vendo que estava um pouco suja. Limpei um pouco por cima, analisando um pouco o instrumento, ele era de madeira amarelada um pouco antigo. Era um piano de cauda, o que me fez perguntar o que ele estava fazendo ali, afinal, como era realmente caro... Sabia disso porque quanto às madres foi compara um piano para as aulas de música eu vi um desse modelo. E era realmente caro, de repente encostei-me a uma tecla e ela produziu um som tão alto que levei um susto. Olhei para os dois lados e não havia ninguém... Fui teclado teclas aleatórias e quando vi já tinha começado a tocar uma musica que estranhamente conhecia. A melodia parecia me envolver de um jeito que não sei explicar. No meio da música ouvi um barulho estranho e, de repente a cena mudou e, agora, estava correndo
-Anda Logo, Lilly. Anda logo - dizia uma menininha que não consegui ver direito eu corria mais e então pela pouca idade tropeçou e caiu então a peguei no meu colo
-Calma pequena. Estamos quase lá - disse para ela se bem que eu queria mais é me acalmar do que ela... se bem que, se você juntar duas crianças uma de 6 anos carregando uma criança de 3 que pesa aproximadamente 15 quilos a situação não fica nada fácil agora imagine elas sendo perseguidas por um cão gigante e não terá uma situação nada boa,nada mesmo.Então quando eu a coloquei em uma clareira prometendo que logo ficaria bem e transformando meu colar em um conjunto de arco e flecha e tudo se esvaiu como fumaça

...
Abri os olhos devagar, piscando algumas vezes, para me acostumar com a luminosidade do local. O que, levou menos de 5 minutos, afinal, deste que me entendo por gente sou mais acostumada com luminosidade forte. Olhei em volta e vi que me encontrava em uma enfermaria com várias freiras e crianças. Sorri ao ver que ao lado da minha cama tinha meu celular ali com os fones e umas flores. Levantei-me devagar e pude analisar melhor o ambiente... Era um local bem improvisado, com camas espalhadas por todo canto. Era uma grande barraca e tinha uma cadeira ao meu lado. Onde meu único amigo estava sentado, Rafael era um pouco estranho, era muito alto para sua idade e desengonçado, era deficiente físico e,precisava de muletas.Talvez por isso ele era meu único amigo.Embora tenha chegado a pouco tempo no orfanato
-Ei,Rafa,acorda! Tem encilhada hoje no refeitório-eu disse e ele deu um pulo tão grande que me vez cair na risada sendo repreendida pela a madre-enfermeira
-Não tem graça, Lilly,mas você está bem,pequena?-ele disse me vendo secar uma lágrima de riso
_Tudo sim, Grandão - disse me controlando e descendo da cama. Ele sempre me chamava de pequena, também né ser baixinha é duro, se bem que convivo com isso na boa pois, ser baixinha tem suas vantagens,como ser a primeira da fila do refeitório.
Rafa estava me olhando com uma sobrancelha erguida como se fosse me falar para voltar para cama porque ainda estava fraca. Só rolei os olhos peguei meu telefone e pus os fones de ouvido saindo dali e,ignorando a madre que dizia para que voltasse
Afastei uma cortina, que deveria ser a porta dali, mas em vez disso vi duas freiras conversando... Estavam falando de... Mim
...
-Irmã, você sabe o que ela é,ela não é normal.-disse Frida á madre,está que concordou com a cabeça e respondeu
-Sei disso desse que ela veio para cá, seja quem for que a deixou aqui explicou tudo em uma carta... Sei que a ela era especial, mas depois daquilo que aconteceu no incêndio, Livia realmente não pode saber quem é, ou, caso o contrario, ela corre grande risco
...
Minha cabeça estava a mil por hora... O que eu não podia saber?e porque correria risco se isso acontecesse? Fiz a coisa que eu achei mais sensata naquele momento. Corri, corri e corri mais até minhas pernas se cansarem. Quanto me dei por mim eu estava numa clareira em uma floresta que, era idêntica ao meu sonho. Ali não agüentei mais e desabei em lagrimas, ninguém me veria ali. Como estava errada...
-Pequena não fique assim-disse rafa me abrasando olhei para ele e só tive forças para dizer “como chegou até aqui” ele sorriu e me abraçou apertado
-Te seguindo, é claro. -chorei mais, abraçada a ele e nem vi o tempo passar, quanto parei de chorar já estava escuro. Olhei para meu celular e tava no repet tocando “You Lied-Green Day” já fazia eons então olhei para meu amigo e finalmente e reparei que ele estava sem calças e muletas e o pior era que, as pernas dele era...
-O que foi? Ah sim tenho penas de bode - disse ele rindo pela minha expressão. Depois de um bom tempo recobrei a consciência e vi que ele tava rachando de rir de mim
-Não tem graça, garoto-bode-disse com uma cara fingindo estar brava. O que, provavelmente era verdade, quando até que fim ele parou e dei um sorriso triunfante
-Corra-ele disse então me lembrei que não sabia o que ele era e lembrei porque estava espantada - Corra! -tentou mais uma vez, embora dessa vez tinha ouvido um grito vindo de mais adentro da floresta,então sei pensar fui em direção ao grito com seja-lá-o-que-o-rafa-for atrás,Mas dessa vez não era uma sombra...era um cão,um cão enorme, do meu tamanho mais ou menos,só um pouco baixo. O que me animou, afinal. Achei alguém menor que eu
-Lilly, o colar, use o colar, o colar-olhei para minha correntinha a apertando. Como eu iria usar aquilo e, como se o próprio vou almoça tivesse lendo minha mente ele se transformou e um arco-e-flecha e uma aljava, pensando rápido, peguei uma flecha e mirei em sua barriga, o tiro passou cortando o vento pôde ouvir se zunido ao fazer isso, mas infelizmente pegou mais baixo que eu gostaria pegando em sua perna, o que o machucou preparei outra e atirei repetindo o mesmo processo da primeira essa fez o efeito desejado e num minuto o cão de pelagem negra e olhos vermelhos se transformou em um monte de poeira dourada, e meu colar voltou a ser o que era
-O que... O que...h h houve..aqui-eu disse em meio ao cansaço caindo de joelhos no chão...então o menino-bode ou seja lá o que ele for veio até mim e me entregou uma garrafinha
-Bebe, vai de fazer bem-disse ele sorrindo no que eu cherei discretamente a garrafinha r verifiquei se não tinha um símbolo uma caveira ou escrito veneno, então eu bebi colocando a mãe na cabeça para ver se eu não diminuía de tamanho (quando se vê o filme “Alice no país das maravilhas mais que sete vezes você acaba ficando atenta a isso e aconteceu muita coisa estranha hoje então vai saber né?) o que fez meu amigo revirar os olhos e segurar o riso
-Ta melhor?-disse ele-e isso é néctar se você ainda estiver receosa e sei que está-ele me olhou com aqueles olhos de “sei de muita coisa que tu não sabe” então resolvi mudar o assunto
-Então você é um fauno igual o Sr tuminos?Eu estou em nárnia? Não me lembro de cães negros de olhos vermelhos em nárnia-ele riu, pois, sabia que quando eu ficava nervosa conseguia a proeza de falar tudo em um fôlego só
-Bem fauno é meu nome romano, e não você não está em nárnia... E aquele cão era um cão infernal era filhote ainda, tem sorte
-Sorte? No mesmo dia eu acordo numa enfermaria, descubro que não querem que saibam quem eu sou, e sou pelo um cão infernal, ou seja, lá o que for se for sortuda tenho pena do azarado-desabafei respirando finalmente-desculpa não queria gritar é só que... -disse me deitando no chão mesmo observando o local, eu estava em uma clareira com muitas árvores ao meu redor. Do local onde estava para ver certinho às estrelas e a lua, que estava brilhante e cheia então vi que meu amigo deitou ao meu lado
-Lilly, o que você sabe sobre a mitologia?-ele disse encarando o céu parecia que ele conhecia cada uma daquelas constelações pessoalmente
-Só o que aprendi nas aulas de latim sabe os doze deuses olimpianos os outros menores tipo, Íris, que é a mensageira de hera e bla bla bla, porque?
-Tu lembra que às vezes eles tem filhos com mortais-após eu dizer sim e prosseguiu -bem vou ser direto você é uma
-Pera... Oque? Você realmente quer me convencer que sou filho de um deus ou deusa que se quer existe?Ok que aconteceu muita coisa hoje, mas isso já demais, Sr Rafael Kawahala -eu disse brava no que ele suspirou e pediu que eu me acalmasse
-sátiros também não existem, mas eu estou aqui... Que tal dormíamos... Amanhã você pensa nisso com mais calma. -ele disse senso sensato como sempre e assim fiz
...
Já Fazia dois anos que estava naquela floresta, eu tentava sobreviver como podia e, agora, para piorar tinha os monstros também.
-Veja sssssó o que encontei uma ssssemi-deussssa que pena que não é muito valiosssa-disse uma mulher/cobra como se me analisasse de cima a baixo eu realmente odiava aquilo então ela se afastou pronta para me atacar coloquei uma flecha no arco e mirei acertando sua cabeça fazendo ela se transformar em pó dourado e assim começo mais uma vez meu dia...
-O que foi dessa vez - disse rafa vendo que eu estava suja com poeira de monstros simplesmente dei de Ombros e respondi
-Uma mulher-cobra-vi ele suspirar fundo e comentar alguma coisa sobre estarmos perto de um tal de acampamento que,alias,ele já tinha comentado. Não ouvi muita coisa, pois, sai para caçar ele veio atrás quando reparou que eu tava falando sozinha
...
-O que você está olhando-disse ele atrás de mim. Apontei na direção de um casal de adultos de aproximadamente uns 30/40 anos ele me olhou com o olhar de reprovação, mas engoli em seco e caminhei silenciosamente até a clareira, pelo menos foi o que eu imaginei
-Olá querida você está bem? Parece faminta-disse ele sorrindo ao mesmo passo que dei um passo para trás com esperança que não me visse e, adivinhem? Mais uma vez estava errada. A mulher chegou perto de mim  e perguntou aonde estava meus pais e depois de um tempo falei que era órfã e aos poucos fui pegando amizade com ela descobri que seu nome era Joane Riordan e seu marido se chamava Martins eles eram donos de um internado para órfãos e que tinham que tinham quatro filhos: Ricardo,Amélia,Harry e Thalia, eles realmente parecia muitos gentis então eu fui pro tal internado e,claro, Rafael veio junto
...
-Livia,acorde.o café está pronto - disse Amy, uma das filhas do casal,me chacolhanto como toda a manhã era assim deste que vim para cá aos meus 8 anos. Amy, era um das minhas únicas amigas... eu não era muito o que se possa dizer popular,ao contrario,em 7 anos só tinha 3 amigos: a Amy, Rory e,é claro o rafa.Eu resmunguei algo inaudível e virei para outro lado, péssima escolha. Aquela Bitch me jogou um balde de água fria e eu dei um pulo na cama batendo a cabeça na beirada do beliche o que fez a ruiva do meu lado cair no chão de dando rir
-Vá dizer pro rory que tu o ama vai ruiva - disse fazendo ela parar de rir e ficar da cor dos cabelos, sempre funcionava soltei um riso indo para ao banheiro quando eu já estava para sair de lá parei na frente do espelho...Durante os anos eu tinha mudado muito e não era mais aquela garotinha assustada que tinha que sobreviver em uma floresta meus cabelos louros agora possuía mechas rosa que era facilmente escondidas...Vamos dizer apenas, que elas fazem parte do meu segredo eu tinha me desenvolvido através dos anos, e cada vez a música fazia mais parte do que eu sou de uma forma que eu não entendia efim eu tinha mudado e muito os monstros eram cada vez maiores o que me fez ser proibida de entrar em muitos lugares públicos e afins quanto eu tinha 9 anos não pude entrar no Mcdonalds por culpa de uma mulher morcego dos 11 aos 13 fui proibida pernamente de entrar em todos os museus da cidade por causa de cães, gigantes e afins essa vida tripla estava me deixando exausta o que, explica o porque eu tenho emagrecido a cada vez mais
-Liv tu não vai no show de hoje mesmo?-disse ela  atrás de mim no banheiro, mas quando ia falar que eu havia pegado resfriado ela acariciou meus cabelos revelando minha mechas só ri de canto e respondi um “eu?imagina? não gosto de música” fazendo cairmos na gargalhada
_Sabia! Você nunca me enganou Livia chaves ou eu deveria de chamar de Diana Lovegood- ela disse e eu revirei os olhos mostrando o dedo para ela o que vez a besta rir mais ainda
...
Aproveite criança - disse a governanta Lestrange do outro lado da porta observando as meninas -Nada é para sempre
...
-O show estava maravilhoso - disse rory entupido de enegertico entrando pela sala -se eu não tivesse apaixonado por você Amy eu pedia Diana em casamento uhulllllllllll - eles abriram a porta do quarto onde estava então bocejei espreguiçando
-E aí? Se divertiram?-disse fazendo Amy sussurrar um “aff entra para tartarugas ninja logo” o que me fez sorrir ela tava segurando rory que ainda tava dando seu show de fanboy o que me fez achar fofo cair na gargalhada e ficar traumatizada depois de um tempo
...
-Livia, Livia! Acorda sua coisa-e mais uma vez mais um dia começava e com uma água gelada para variar - Hoje é seu aniversário sabia Senhora ninja?-ela disse no que sentei na cama já sento abraçada por uma gorda... Quer dizer minha amiga
-To morta -disse e ela começou a rir e saiu de cima de mim me ajudando a levantar- já volto-disse saindo do quarto na direção do banheiro
-Bom Dia Livia Chaves-disse A governanta Lestrange me fazendo dar um pulo, pois, ninguém (exceto meus amigos e o Sr e Sra. Riordan) sabia meu sobrenome -Seus Minutos estão na retrospectiva -disse e saiu logo o caçula dos Riordan, o Ricardo ou Rick como gostava de ser chamado veio até mim me abraçando ele tinha apenas 7 anos era um bebê quando cheguei aqui
-Parabéns Lilly-disse ele me entregando um desenho -essa é você matando aquele mostro no museu –engoli cego como ele sabia desisti não me ater a isso e só mumurrar um obrigada. O dia passou sem muitas surpresas lembre-se eu disse Muitas, se não fosse pelos aqueles sinais estranho tipo rafa agitado a governanta me olhando de jeito estranho deste que eu acordei até meus parabéns... Mas a coisa ficou estranha mesma quanto soprei as velhinhas
...
-Agora sopre as velhinhas - disse Joane animada-sorri e coloquei meus cabelos no ato e soprei-as então senti um puxão e minhas vidas escureceram
Quando abri os olhos eu estava num sótão, e, a Sra. Joane tinha razão. Aqui lá estava uma bagunça. Bem mais que meu lado do quarto e isso já era muita coisa quem quer que fez isso merece o Oscar por me superam no quesito bagunça olhei mas um pouco e vi uma coisa me olhando e quanto digo uma coisa realmente quero dizer um coisa horrível a principio parecia uma sombra de uma mulher mas se olhasse bem era mais um demônio um demônio que era a mistura de mulher, cabelos em chamas vivas, e tinham patas desproporcionais ao seu corpo, um das patas de burro e a outra de bronze. Com garras afiadas e aquele troço vinha para cima de mim e quando dei pro mim meu colar já tinha se transformado em um arco e uma aljava e aconteceu muito rápido eu mirei atirei e ela desviou mais não tempo o bastante para passar de raspão no seu braço atirei outra e dessa vez acertou em sua cabeça e antes que ela pudesse fazer algum movimento para se curar atirei outra em seu peito reduzindo-a à pó então as luzes voltaram e só lembro de cantarem o final dos parabéns de novo e rafa me puxando e murmurando algo como “isso é um sinal temos que ir” e eu olhando para meus amigos e sussurrando um “desculpa”
...
Já fazia uma semana que estávamos caminhando uma semana que vez me lembrar o tempo que fiquei na floresta
-Lilly-disse o ser híbrido me chacoalhando (sim deste que começamos a ir para esse tal de acampamento de novo rafa tinha revelado “seu probleminha peludo”)-Lilly acorda.Chegamos-dei um sobressalto cerrando os olho mais só vi mato vendo minha cara de espanto ele começou me puxar mata adentro até que temos de cara com um portal que estranhamente consegui ler rapidamente
-Acampamento meio-sangue?-disse me limpando e me lembrando da história que meu amigo me tinha revelado aos oito anos
-Sim, Lily. Bem vinda ao seu novo lar-disse ele sorrindo

Armas Escolhidas


- Espada de Bronze (Item de reclamação)
- Elmo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Livia Chaves, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Livia Chaves em 28/12/13, 06:39 pm

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Re: Ficha de Reclamação

Aprovada.

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Mensagem por Poseidon em 14/01/14, 09:43 pm

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