The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Charlotte Leah Prophath
Dados Gerais

Nome: Charlotte Leah Prophath
Apelido: Lottie, Charlie ou Leah
Idade: 16 anos
Progenitorª Divino: Hades
Progenitorª Mortal: Lourenn Prophath
Cidade Natal: Santa Barbara, Califórnia
Moradia Atual: Santa Barbara, Califórnia
Raça: Semideus

Não me odeie por algo que eu não sou, nem por causa do que eles dizem que eu sou.
Dados Psicológicos



Descrição Física


Charlotte têm cabelos castanho-escuro e olhos azuis intensos, profundos e frios, como os de sua mãe. Um corpo um pouco magricela, mas músculos fortes, a pele branca, quase como um copo de leite puro. 1,60m de altura e pelo menos uns 55 quilos. Os cabelos rebeldes caem constantemente sobre o rosto fino e delicado, de traços bonitos e um belo sorriso que quase nunca aparece, os lábios finos e avermelhados, como sangue, uma moça bonita e sensível, por fora.

Descrição Psicológica


Lottie ou Charlie, como costuma ser chamada, sempre foi uma garota calma e tranquila, porém fria e calculista, ou seja, chata e anti social. Ela costuma ser meiga e carinhosa, mas apenas com a sua mãe, para as outra pessoas ela não dá a mínima. Lottie via e vê o mundo como um lugar ruim, onde as pessoas só fazem coisas ruins umas para as outras. Ela aparenta ser uma pessoa doce e gentil, mas é nervosinha, explosiva e estressada o tempo todo, todos os problemas ela gosta de resolver na porrada e sempre acaba se dando mal.

História


Lourenn, era uma bela moça que veio do Texas para Los Angeles, com o sonho de ser atriz.
Em um teste para um filme que iria fazer Lourenn ficou grávida de um moço que conheceu nos bastidores, e então o seu grande sonho foi destruído e o rapaz a deixou logo que soube que ela estava grávida, e ela ficou sozinha.
Lourenn decidiu continuar morando na Califórnia, e alguns meses antes de dar a luz mudou-se para Santa Barbara, no sul da Califórnia, e lá deu a luz a uma linda menina, a qual nomeou Charlotte Leah Prophath.
Os anos se passaram, elas continuaram morando em Santa Barbara, porém mudando-se constantemente de bairro, passando por várias casas diferentes e sofrendo as mesmas coisas em todos os lugares que passavam. Os vizinhos achavam que as duas eram loucas, e havia alguns motivos para isso.
Charlotte costumava brincar sozinha, ou com as plantas no quintal, claro que todos achavam isso esquisito, elas gostavam de ficar no escuro ou apenas a luz de velas, vestiam-se de modo diferente dos outros e coisas assim...
Nas escolas por qual Charlie passou, ela era considerada a criança mais anormal do universo, mas não era bem assim, Charlie tem o seu jeito especial e diferente do resto das crianças, pelo menos era isso que sua mãe costumava dizer, mas Charlotte sabia que era apenas para não magoá-la.
“Você não é como os outros. É era grandiosa, porém incompreendida”, Lourenn dizia.
Desde a infância, grande parte das coisas eram odiadas por Charlotte. A garota achava a Califórnia o lugar mais repugnante e fútil do mundo inteiro, com todas aquelas meninas nojentas e fúteis querendo ser famosas, com suas malditas bundas secas e bulimia, com certeza Lottie odiava isso, aliás, qualquer um deveria odiar essas coisas...
Sua mãe tinha bons motivos para querer ser atriz, ela era muito boa nisso, mas infelizmente, foi Charlotte quem destruiu seus sonhos, mesmo sem Lourenn nunca ter dito isso, Charlie sabia que era sua culpa e se sentia péssima por isso. Lourenn poderia muito bem tê-la deixado em um orfanato qualquer e seguido sua vida e carreira, mas ela a amava e daria a vida por ela.

Anos se passaram, Charlotte deveria estar no 2º ano do ensino médio, porém ainda estava na 8ª série do fundamental, tendo repetido os anos por conta de notas baixas. Lottie costumava ter notas baixas por conta de seu déficit de atenção, que piorava a cada ano, ou melhor, a cada mês, semana, dia, hora, minuto, segundo...
A garota sempre teve suas manias estranhas de conversar com coisas completamente esquisitas, ela dizia sentir espíritos a sua volta, dizia poder conversar com eles, como uma “médium”, e por isso ela era uma das pessoas mais estranhas dos colégios pelos quais já passou, pelo menos 12 colégios em apenas 9 anos de estudos. Sempre acontecia alguma coisa estranha com a garota e ela acabava sendo expulsa, ou também por causa de suas notas baixas, ou sua mãe simplesmente dizia que ela devia mudar de colégio. Lottie odiava o fato de ser uma completa estranha, mas gostava da solidão, gostava mais de estar só em seu quarto lendo um livro, comendo ou dormindo, preferia ser a pessoa mais sozinha do mundo do que ficar lá fora fingindo ser alguém que ela não é...
Fora o tempo que gostava de passar sozinha, Charlie gostava também de passar seu tempo com sua mãe, sua única e melhor amiga no mundo inteiro, a pessoa que ela mais admirava por todas as coisas que ela passou e por ter continuado forte, por pensar que um dia o mundo poderia ser um lugar melhor, por estar sempre focada no bem de sua filha, Lottie amava e ama a mãe mais do que tudo no mundo.
Charlotte não sabia absolutamente nada sobre seu pai, e nem procurava saber, quando ela perguntava sobre isso para Lourenn, ela ficava irritada e mudava de assunto.
“Há coisas que são melhores enquanto estão ocultas”, Lourenn dizia.

Eram as amadas férias de verão, tempo de sobra para fazer o que quisesse e dormir até a hora que quisesse, porém Lottie acordou mais cedo do que o esperado e deparou-se com sua mãe sentada na outra extremidade do quarto (a qual elas chamavam de sala, pois a casa tinha apenas dois cômodos) segurando um papel e com lágrimas brotando nos olhos.
Charlie sentou-se ao lado de sua mãe e passou o braço por seus ombros de modo carinhoso.
– O que houve mãe? – Ela perguntou.
Lourenn demorou a responder, fungou algumas vezes e limpou as lagrimas dos olhos.
– Lottie... – Ela respirou fundo. – Lembra quando eu te disse, uma vez, que não tenho família? Apenas você...
Lottie apenas assentiu e Lourenn entregou-lhe a folha que estava segurando.
“Querida Lourenn,
Acabei de levar Chlöe para o acampamento e acho que você deveria levar Charlotte para lá também, não teria hora melhor para fazer isso, talvez unir a nossa nova geração.
Te amo. Saudades.
Catherine.”
– Chlöe? Catharina? Quem são essas, mãe? – Lottie perguntou confusa.
– Catharina é minha irmã, e Chlöe é minha sobrinha, sua prima. Logo você saberá de tudo Charlie, isso é muito importante. – Lourenn suspirou levantando-se do sofá. – Sabia que esse dia chegaria. Charlotte pegue suas coisas, preciso te manter viva.

Armas Escolhidas


- Espada de Bronze (Item de reclamação)
- Escudo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Charlotte Leah Prophath, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Charlotte L. Prophath em 23/12/13, 10:25 pm

Charlotte L. Prophath
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Proles de Hades
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Re: Ficha de Reclamação


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Mensagem por Poseidon em 24/12/13, 08:10 am

Poseidon
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Deus Olimpiano
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