The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Chlöe Vola Prophath
Dados Gerais

Nome: Chlöe Vola Prophath
Apelido: Volita ou Loe
Idade: 16 anos
Progenitorª Divino: Zeus
Progenitorª Mortal: Catherina Prophath
Cidade Natal: Moscou-Russia
Moradia Atual: Quebec-Canadá
Raça: Semideus

"Tenha medo de você mesmo. Pode ser seu único inimigo"
Dados Psicológicos



Descrição Física


Chlöe é uma russa típica. Olhos mais azuis que o próprio céu gélido, que quando olhados de perto, são parecidos com uma tempestade... Seus cabelos são escuros e bipolares como ela. Em um dia ela poderá estar com cabelos encaracolados com uma cor de castanho escuro, mas logo depois, poderá encontra-la com os cabelos avermelhados e lisos. Você nunca saberá como ela estará no dia seguinte.
Ela é magra, mas não muito... Possui 1,60 de altura e não se considera baixa. Seu rosto é severo e angelical, como uma confusão constante de personalidade.
Seus lábios são de um vermelho-sangue que faz contraste com sua pele branca e pálida... Digamos que ela é de uma beleza exótica e estranha e estará sempre te confundindo.

Descrição Psicológica


Não há muito oque falar sobre a personalidade dela, pois é exatamente como sua aparência.
Chlöe teve a infelicidade de receber da sua avó a doença da bipolaridade... E parece que isso afeta muito mais que seu psicológico. Tudo nessa garota é capaz de confundir você, desde a personalidade que pode se apresentar meiga e simpática e logo depois, fria e mau-humorada.
Mesmo ela tendo seus problemas, nunca foi uma garota anti-social e fechada, pois a coisa que ela mais preza é amizade de pessoas leais e engraçadas.
Ela pode passar uma imagem serena, e acredite... Essa é a imagem que você vai gostar de conhecer, mas, se por acaso, você a conhecer com sua imagem tempestuosa, tente ficar longe.

Ela é carinhosa e afetuosa com aqueles que ela ama (que são poucos), e até pode gerar um carinho estranho com outras pessoas aleatórias, como eu disse... Ninguém sabe como ela vai ser no dia seguinte.

História


Desde seu nascimento, já estava escrito nas estrelas que nada em sua vida iria ser fácil. Loe teve uma chegada precoce, com seus 7 meses e meio... E não foi mole para sua mãe, que a teve sozinha em casa.
Era um dia tempestuoso, com muitos raios e trovões... Sua mãe não estava preparada com sua vinda, então não se preocupou muito e não pediu para que ninguém ficasse com ela. Oque foi um erro.
Mas mesmo assim, Catherina conseguiu fazer as coisas sozinha, e mesmo com dor não pediu ajuda nenhuma... Criou sua filha sozinha e criou muito bem.

Chlöe sempre foi grudada com sua mãe, pois teve em mente o quanto ela sofreu... E prometeu que nunca iria deixa-la. Mas todas promessas carregam um preço.
Com mais ou menos 7 anos de vida, Loe teve sua primeira experiencia estranha... Em um dia, ela e sua mãe tinham ido ao um parque qualquer, nas ruas de Moscou. Era sempre muito frio lá, então os parques geralmente ficavam vazios e calmos, as duas adoravam isso.
Elas sentaram nos balanços, e ficaram quietas por algum tempo, mas depois, Catherina se assustou com algo e começou a dizer:
- Olha Volita, eu sei que não merece ouvir isso agora... E gostaria que não ouvisse. - Ela parou por alguns segundos e estudou o parque como se estivesse localizando um inimigo. - Mas eu sei que é impossível... Você é a... A cara dele, não há como... - E então, ela parou novamente para olhar para o rosto de Chlöe. Seus olhos eram azuis, quase que brancos, Loe adorava isso... Ela sempre se perdia nos olhos da mãe, mas nesse dia. Algo estava errado.
- Mamãe, oque está... Você está bem? - Ela desceu do seu balanço e foi de encontro com sua mãe, mas antes que pudesse chegar perto, ela pode jurar que algo grande e desajeitado se movia entre as árvores cobertas de gelo. - Mamãe, vamos embora, estou com sono.
Mas era mentira. Chlöe odiava dizer que sentia medo e sempre colocava a culpa em sono, ou fome... E ela nunca conseguiu esquecer aquela imagem entre as árvores congeladas. Ela também não desejou saber oque sua mãe estava prestes a dizer na hora do incidente, ela tinha a sensação de que não deveria perguntar.

Os dias se passaram, meses e anos também... As duas se mudaram para o Canadá, para uma cidade chamada Quebec, que lembrava muito Moscou pelas noites geladas.
As duas tiveram a má sorte de se mudarem para uma casa de frente com um parque, quase o mesmo do incidente na Russia. Alias... Chlöe nunca perguntava oque sua mãe tinha a dizer. Nem sequer dividiu a experiencia que teve naquele parque branco e gélido. As duas apenas decidiram esquecer aquele dia, não havia mais o "dia-em-que-algo-estranho-ocorreu", e ela não iria pedir mais informações. Era uma casa nova, um país novo... Quase uma vida nova.
As duas estavam felizes, Loe tinha seus 10 anos e já se dava bem na escola que estava... Mas ela não podia ter o luxo de se apegar a pessoas, pois sabia que mais cedo ou mais tarde, sua mãe iria lhe trocar de escola sem motivo aparente. Então, quando sua mãe fazia oque sempre fazia, Loe não reclamava e nem questionava, ela só aceitava de bom grado... Mas depois de um tempo, as trocas escolares estavam mais constantes, e Loe decidiu se manifestar.
Poxa, a garota não tinha passado nem 2 semanas na escola nova, e sua mãe já estava com folhetos de colégios novos para visitar. Chlöe sempre pensava que talvez os problemas que tinham com os alunos e professores tinham algo a ver com aquilo, mas dessa vez, ela não tinha problema algum! Ora, ela nem tinha amigos... Mas quando foi tirar as duvidas com sua mãe, o único sorriso que Catherina tinha no rosto, sumiu e um rosto severo estava acabando de nascer. Ela cortou Loe na primeira frase que a garota poderia ter feito, e logo depois, a fez prometer que nunca mais iria contestar sua própria mãe.

A partir desse dia, tudo na vida de Chlöe estava mudando. Sua mãe não era mais "a doce Catherina" e agora, não permitia que Chlöe desse nenhuma sugestão ou opinião sobre absolutamente nada. Foi ai que surgiu o temperamento difícil de Loe. Não que antes não fosse difícil, mas agora as crises bipolares eram mais constantes, ela estava virando uma adolescente nata; Com seus problemas hormonais e tudo que ela tinha direito. Sempre questionava sua mãe, mesmo que não fosse adequado. Sempre que podia, começava a dizer "não" para seus amigos, mesmo que se sentisse mal no final. Enfim, a garota estava se espelhando na mãe para tudo. Ela queria ser forte e severa como a mãe e não tinha problema para ser isso. Mas oque ela não estava percebendo, é que com esse temperamento estava criando um conflito com sua mãe, a unica família que ela poderia imaginar que tinha. Chlöe não queria isso, mas não havia como voltar atrás.
As duas mal se falavam, então não havia como Catherina saber que Loe estava sofrendo mais algumas experiencias estranhas... Como uma mulher com asas de morcego enorme voando por cima dela, uma mulher cobra seguindo a garota pelas ruas e coisas idiotas como essas... Loe achava que estava enlouquecendo e não gostaria que ninguém soubesse.

Certo dia, sua mãe chegou querendo apaziguar as coisas... Uma viajem de férias para Califórnia. Ok, Loe não sabia oque pensar sobre isso, mas uma mudança de ares poderia ser bem vinda. As duas decidiram ir, e até se aproximaram mais, oque não durou muito.
Mesmo na viajem, as duas não se falavam, era como um dialogo entre dois desconhecidos, nada mais voltaria ao normal. A não ser por uma tragédia...
Nessa mesma viajem, decidiriam ir para a praia. Uma novidade entre as duas, pois elas sempre viveram em países frios e nublados, o Sol era uma coisa estranha para as duas, mas mesmo assim elas se arriscaram.
O dia foi tranquilo, Loe adorou sentir o calor na pele e a areia nos pés, sentiu um tipo de tranquilidade que não tinha sentido antes... Aquilo parece uma bateria para algum aparelho sem carga. Agora ela só precisava enfrentar o mar. Ela nunca tinha nadado antes, nem sequer tinha estava a beira de um oceano... Sua mãe era a grande responsável por isso, ela nunca deixara Chlöe fazer nada que fosse "normal" para uma pessoa normal. E agora não seria diferente, não é mesmo? Ao pedir para entrar no mar, Chlöe obteve uma resposta fria e prática: "Não. Fique longe do mar, estou falando sério." Ah, qual é?! Chlöe tinha 12 anos, poderia muito bem cuidar de si mesma (mesmo não podendo nadar), então, como de costume recente, ignorou a ordem da mãe e foi direto para o mar.
A garota estava cautelosa e ansiosa, ela queria entrar no mar antes que sua mãe voltasse da sorveteria, ela gostaria de poder dizer "olha mãe, eu entrei e me virei. Não precisa se preocupar." mas não foi possível. Ela não tinha nenhum senso de direção ou profundidade do mar, ela apenas foi entrando e entrando, sem se preocupar com a água que estava cada vez mais alta no nível de seu corpo. Ela não ligava para isso, queria poder mergulhar e voltar a superfície rapidamente, como ela via em programas de TV. Mas... No primeiro mergulho, ela percebeu que estava sem pé... Ela não conseguia alcançar mais o chão, logo o desespero a pegou em cheio, e Loe começou a se debater freneticamente na água, gritando e pedindo socorro... Mas ninguém pode ouvi-la. Sua força começou a se esvair, e suas tentativas de nadar deram errado, a garota já tinha desistido quando começou a afundar sem muita consciência. A ultima coisa que ela pôde ver, foi um rosto nadando em sua direção e uma risada saindo de algum lugar do oceano. Ela estava louca, certo? Bom, ela achava que morreria assim.
Mas ela acordou.
Acordou em um lugar estranho, totalmente branco... Ela achava que era o céu, mas logo viu sua mãe através de um vidro. "Ótimo" ela pensou. "Lá vem". Mas ela se surpreendeu. Sua mãe lhe abraçou e agradeceu á algo, que ela não pode ouvir, pois Catherine falava muito baixo. As duas estavam juntas novamente.

Os anos se passaram e as duas juntas ficaram, Chlöe, finalmente pode dizer tudo que tinha passado com ela, desde o incidente em Moscou, até suas lembranças esquisitas de Califórnia... Ela pode jurar para a mãe que algo a puxava para o mar, cada vez mais longe, até quando ela perdeu o chão. Sua mãe ouviu tudo com clareza, sempre franzindo a testa e dizendo um "é mesmo?" não muito convincente. Ora, por favor, a garota já estava com 15 anos. Sabia quando sua mãe estava forçando a barra. E foi ai que a grande pergunta veio a tona:
- Mãe. Você lembra do dia do parque em Moscou, certo? - Ela esperou a mãe responder, mas ela apenas suspirou, esperando Chlöe continuar. - Você iria me dizer algo.
- Volita. - Somente sua mãe a chamava assim. - Não sei se agora é uma boa hora para...
- Mãe! Você sabe que eu nunca lhe perguntei nada. A unica pergunta que eu te fiz, foi sobre a escola... E você viu no que deu. Ficamos sem nos falar por anos! - Loe deu uma parada, tentando amenizar uma crise. - Nem perguntar sobre meu pai, eu perguntei. Aliás, agora seria uma boa para você me dizer. No parque... Aquele dia. Você me comparou com uma pessoa. Disse que eu era a cara dele. Mãe. A unica pergunta que eu quero te fazer é essa. Quem?
O ar pareceu ficar mais gelado, o silêncio era quase mortal. Os olhos frios de sua mãe encarou os dela. Catherine sorriu e pegou no rosto de Chlöe.
- Você é a cara dele... De seu pai. Zeus.

Armas Escolhidas


- Espada de Bronze (Item de reclamação)
- Escudo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Chlöe Vola Prophath, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Chlöe V. Prophath em 16/12/13, 09:56 pm

Chlöe V. Prophath
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Poseidon em 17/12/13, 03:42 pm

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