The Olympian Code

Ficha de Reclamação

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Milliane Hurth
Dados Gerais

Nome: Milliane Hurth
Apelido: Milli/Mil/Ane/MIllizinha
Idade: 18 anos
Progenitorª Divino: Hermes
Progenitorª Mortal: Midien Hurth
Cidade Natal: Novo México
Moradia Atual: acampamento
Raça: Semideus

É uma verdade básica da condição humana, todos mentem, o que varia é sobre o que...
Dados Psicológicos



Descrição Física


Milliane é uma menina de altura mediana, exatos 1.68 de altura e 68 quilos, peso certo para o seu tamanho. Dona de um corpo lindo e repleto de curvas. Longos cabelos naturalmente loiros, mas que podem estar com mechas azuis, rosas, roxas ou de qualquer outro tom. Depende extremamente da fase da vida em que a garota esta vivendo. Por seu corpo algumas cicatrizes de aventuras, como a que fica na cintura do lado esquerdo, resultado de uma briga na prisão. Tatuagens é o que não faltam, são exatamente quatro: Um MH no pulso dentro de um infinito, homenagem a sua mãe. Um coração com uma fechadura no dedo do meio da mão esquerda. Uma pena atrás da orelha direita e para finalizar, em torno da cintura fica algumas andorinhas mostrando a liberdade que ela obteve depois de cinco obscuros anos presa.

Descrição Psicológica


Ane é uma menina muito meiga e carinhosa, além de muito protetora, depois de anos vivendo no orfanato ela desenvolveu um instinto materno, a menina trata aqueles que a rodeiam como se fossem seus filhos cuidando deles de uma forma especial. Mas como nem sempre o que parece é, Milliane por mais que tenha um rostinho doce de menininha pode algumas vezes mostrar o seu lado mais obscuro, se tornando algo temível, uma menina ameaçadora, perigosa, fria e extremamente calculista. Os anos  na prisão derão a menina uma personalidade diferente, ela desenvolveu o seu lado obscuro, pode ser capaz de matar qualquer  um sem ter a menor piedade.
Seu maior desejo é acabar com o seu pai, após já saber quem ele é a menina acabou criando um ódio extremo por este, ela apenas deseja mata-lo e ve-lo sofrer sozinho assim como fez com ela. Para isso,  a menina começou a criar um plano, ela pretende se fortalecer o suficiente e agradar alguns deuses para no fim subir ao Olimpo e matar seu pai e todos os outros se tornando enfim a dona de tudo.
Seu único medo é de ficar sozinha, sem amigos, sem alguém para conversar e interagir, sem poder ter alguém para amar e cuidar.

História


Cidade do México 22 de Janeiro de 1995... Pode ser um dia até “normal”, a chuva cai, Zeus continuava exibindo seus raios pelo céu escuro daquela noite, nada parecia anormal. Isso até você se aproximar de uma cabana no alto de uma colina... Uma cabana quase caindo aos pedaços era vista, plantas a rodeavam, nada muito estranho. Mas naquela noite gritos eram ouvidos, gritos de dor e talvez de ódio. Duraram nada mais que exatas duas horas e logo cessaram. Uma moça loira saiu do local mancando com algo nos braços, ela parecia apressada demais. Os passos eram arrastados e nos braços da moça algo chorava como se estivesse pedindo por piedade. Passando por uma enorme caçamba de lixo a tola mulher largou o pequeno pacotinho envolto em algumas cobertas rasgadas.
Tudo parecia perdido, mas nem sempre o que parece ser é... Na manhã seguinte o prédio logo atrás fora completamente acordado por um choro agudo e incessante. Uma gorda e baixinha mulher rompeu a porta do prédio indo em direção aos fundos. Ao olhar a caçamba seus olhos bateram de frente com dois bracinhos gordos, era uma criança... Uma menina... A mulher com toda a doçura que obtinha pegou a menina em seus braços e a levou para dentro do prédio.
X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-XX-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X
Exatos dez anos após aquele dia... Uma menininha estava encostada numa parede em tom de creme, vozes altas vinham de dentro de uma sala, nenhuma das pessoas pareciam perceber a presença da jovem ali no local. Estes por sua vez pareciam discutir o futuro da mesma. As vozes cessaram por alguns minutos e logo apenas uma se ouviu. –Milliane é uma garota doce, não faria mal a ninguém... Tenham certeza que estarão com a melhor.... -O “negócio” havia sido feito, será que esqueci de mencionar que o tal prédio era um orfanato? Isso não importa mais... Já sabem que a garotinha havia sido levada para o orfanato.
Um casal saiu pela porta à menina ficou com os olhos arregalados, por um segundo a menina jurou que seu coração havia parado. A menina por pequenos segundos ficou ali parada até que aquela doce voz a despertou do seu “transe”. –Milli, você está bem? O que fazia aqui?-  A mulher gorda observava a garota como se aquela fosse sua filha ou algo do gênero. Milli, como a senhora havia chamado ficou em pé olhando o casal com total despreso, levou a mão esquerda até a nuca e suspirou. – Eles são o casal que vinheram me adotar?- A mulher olhou a garota e assentiu, Milliane começou a andar, passos longos para uma garota de sua idade, ela deu a volta no casal e parou na frente da senhora. –Não os quero como pais...- A mesma levantou uma nota de peso mexicano, o homem pegou a carteira rapidamente e procurou por uma nota.
-Acho que o senhor deveria ter mais cuidado.- Um pequeno sorriso surgiu nos lábios da garota que deu as costas aos adultos e saiu andando sumindo pelo corredor a direita. Mais tarde naquele mesmo dia Milliane se encontrava deitada na cama se deliciando com jujubas. Sempre que podia a menina tratava de pegar algum peso mexicano dos visitantes. Raramente era descoberta, as vezes quando estava enlouquecendo sem as jujubas a menina ia ao mercado mais próximo, entrava, olhava tudo e saia, mas saia com os bolsos cheios de pequenos pacotinhos do doce. É um fato interessante, tão nova e já viciada em doces.
A senhora gorda mais conhecida como Mórbida era uma pessoa rígida e proibia as crianças de comerem doces, mas Milli sempre como uma boa pequena peste roubava doces e peso mexicano de todos. Enquanto comia a garota lia um livro atentamente, o livro era em um tom de bege com varias imagens de estatuas. Estava intitulado como “Mitologia grego-romana”.  Milliane era fascinada por livros, ainda mais quando se referiam a culturas diferentes que essa por sua vez não conhecia.
Tudo ia bem até ela chegar ao capitulo pelo qual esperava ansiosa, o titulo do capitulo era “Deuses da mitologia grega”. Um sorriso se formou novamente no rosto dela, a menina se sentou na cama pegando algumas jujubas e as levando para a boca. Os olhos da menina brilhavam como dois pequenos cristais. A menina parou lendo sobre um tal de Hermes... Deus dos ladrões, mensageiro de Zeus... Algo interessante. Milliane sorria ao ler cada palavra sobre o tal deus, ela se identificava com o mesmo a cada nova palavra. A menina não parava de ler sobre aquele deus, depois tanta leitura ela acabou adormecendo com um pequeno sorriso nos lábios.
X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-XX-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X
Sete anos depois... O orfanato estava em festa, todos esperavam ansiosamente a porta de entrada se abrir. Bolo, doces, jujubas e refrigerantes sobre uma enorme mesa no salão central. A maçaneta da porta girou e uma risada doce fora ouvida, adentrando o salão estava uma moça de exatos 1.68 de altura, corpo esbelto, pele branca e um largo sorriso no rosto. Ao se virar a moça se surpreendeu, seus olhos ficaram marejados ao ver a enorme faixa “Milli seja bem vinda ao lar...” Todos abraçaram a menina e após comerem e beberem eles se sentaram para ouvi-la, estavam curiosos como sempre, queriam descobrir como havia sido os sete anos que a garota havia “viajado”, ou pelo menos foi isso que disseram a eles. –Milli nos conta como foi tudo!!- Uma morena baixinha olhava a garota, um pequeno suspiro e a menina prendeu o cabelo. –Alek, lembra-se da minha ultima aventura? – Um garoto loiro, alto e robusto estava recostado na janela observando atentamente a recém chegada.
Ele apenas assentiu e a olhou. –Sabe... Eu não estava viajando... Eu estava... Bem... Presa...- Um grande espanto invadiu toda a sala, todos estavam boquiabertos e espantados com a tal revelação, os únicos que se mantinham sem emoções eram a Mórbida e o garoto loiro. –Mas porque?- Um menininho de no máximo nove anos estava em pé olhando a garota. Milli abriu a boca para explicar, mas antes disso todos ouviram uma risada e aquele ser apareceu. Lisandra, uma esquelética e estranha garota apareceu pelo corredor. –Simples... Milliane é uma ladra... Ela se juntou  alguns vândalos e assaltou o mercado do Sr. Pires... Tipico de ladras...- O sorriso no rosto da garota era maléfico e aquilo incomodava levemente Milliane que tentava se controlar para não acabar com a garota naquele instante.
Nervosa a jovem se levantou do sofá e andou na direção de Lisandra. –Mas todos sabem porque eu assaltei o mercado... Queria ver todos vocês alimentados e felizes, não suportaria ve-los passando fome...- Os olhos da menina estavam marejados novamente, ela olhava todos a sua volta, seu olhar se voltou para Lisandra que estava de braços cruzados. –Aquele que comeu da comida que eu trouxe, que está viva apenas porque EU trouxe comida...- Milliane apontava para o rosto de Lisandra que apenas ouvia atentamente. –Você me denunciou, confesse sua rata imunda...- A menina esbanjou um largo e amarelado sorriso. –Você deveria ter morrido sua ladrazinha... Agora eu vou mata-la!-
Milliane deu alguns passos para trás se afastando da menina que se contorcia de forma estranha, a roupa estava sendo rasgada, os olhos estavam entre um tom de amarelo e um cinza profundo. A jovem estava assustada, as pernas de Lisandra estavam se juntando e se tornando uma só, ela estava formando algo. Aquele terrível som de cobras rompeu todo o silencio do local e o que se viu fora um monstro... Um ser meio mulher meio cobra. Todos estavam perplexos com aquilo, menos Milli. –Uma dracaenae, típico...- Destraida como sempre Milli foi pega por um golpe da calda da monstra e caiu batendo a cabeça no chão. Tudo escureceu e nada mais fora lembrado pela menina.
Os olhos começaram a piscar até que se abriram por completo e aquele flash de luz invadiu o corpo da menina. Ela estava deitada em uma cama ou algo assim. Ao seu lado um novo Alek, agora com pernas de bode, algo curiosa. –Milli, você esta bem?!- A garota riu e assentiu o menino suspirou aliviado e começou a lhe explicar algumas coisas, inclusive que estavam no acampamento meio sangue e que era uma filha de Hermes.

Armas Escolhidas


- Espada de Bronze (Item de reclamação)
- Escudo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Milliane Hurth, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Milliane Hurth em 18/12/13, 09:28 am

Milliane Hurth
avatar
Proles de Hermes
Proles de Hermes

Warm :
Mensagens : 5
Data de inscrição : 17/12/2013

Ficha do personagem
Vantagens :
Desvantagens:
Itens do Personagem:

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Aprovada.

Mensagem por Ártemis em 18/12/13, 12:43 pm

Ártemis
avatar
Deusa Olimpiana
Deusa Olimpiana

Warm :
Mensagens : 35
Data de inscrição : 05/11/2013

Ficha do personagem
Vantagens :
Desvantagens:
Itens do Personagem:

http://theolympiancode.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum