The Olympian Code

Arena Comum

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Arena Comum

Relembrando a primeira mensagem :

Arena Comum

É um amplo espaço destinado a treino com diversos tipos de armas. A arena é cercada por uma pequena arquibancada, onde espectadores, instrutores e campistas cansados costumam sentar. Há também um espaço com diversos bonecos de palha, encantados ou não, contra quem alguns campistas lutam, a fim de melhorarem certos movimentos. Essas lutas poderiam durar uma eternidade, pois os bonecos de palha se recompõem sempre que atingidos.

Do outro lado há pequenas quadras que demarcam arenas de treinamento. Ali é onde alguns campistas treinam movimentos contra o vento ou disputam pequenos duelos com instrutores.

- A arena serve para treinar seu personagem e deixá-lo mais forte. Um bom treino deve ser coerente, criativo e sem erros ortográficos. Treinos podem render experiência e até 3 pontos de perícia.
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Mensagem por Ártemis em 07/11/13, 01:33 pm

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Re: Arena Comum

1º Treino na Arena: Espadas.


ANTES DE INVALIDAREM MEU TREINO, EU TENHO PERMISSÃO DO POSEIDON PARA TREINAR PORQUE ELE ESTÁ SOBRECARREGADO E MEU TESTE VAI DEMORAR UM POUCO.


O dia amanhece no acampamento e  com isso surge um novo relato, e... Bem... É isso que eu faço, né? Relatar coisas sobre pessoas sendo que, atualmente, meu trabalho é falar sobre o Aleksandros, então... Você já sabe o que vem por aí, fique ligado para ver essa turminha da pesada em clima de azaração entrando em altas confusões.

Alek se levanta, sua estada no chalé de Hermes não era muito satisfatória, mas ele precisaria ficar ali enquanto não descobria sua origem divina. Pelo pouco que esteve no acampamento sabia que não seria filho de nenhuma deusa, talvez Athena, porque, como os filhos dela vem direto da cabeça, ela pode ter estado em uma relação lésbica com a mãe de Alek e... Do que diabos eu tô falando aqui? Filhos de Athena tem olhos cinzentos, produção... Vamos concertar esse telepronter aí, a audiência não é burra, cadê o amor pelos telespectadores?

*Ruídos do narrador limpando a garganta* Retomando o assunto principal, o jovem acordou e se levantou. Calmamente caminhou até o banheiro do chalé de Hermes - lá era o cantinho dos rejeitados sem pai - e ficou encarando o espelho por alguns instantes, estava pensando sobre as coisas da vida, sabe? O fato de ser um moleque sem pai em um país diferente e sem conhecer alguém - Nossa, só de pensar estou me emocionando... - Que tal terminar essa fase de perdedor? Pouco importa o que você acha, eu mando aqui. - Eis que ele volta até suas coisas e pega uma camiseta laranja do acampamento e coloca uma calça preta da adidas, aquele material dava alguma liberdade e... *TOC
TOC TOC*

- Ei, novato. Hoje você tem treino de armas na arena... É aquele negócio grande com muitas pessoas e armas, vai saber chegar.

Aleksandros ignorou a chamada e foi pra sua cama, sabia que caso se atrasasse ninguém notaria, até porque, ninguém o conhecia. Passados alguns minutos ele decide ir para a ula, eu falaria sobre o trajeto, mas... A quem eu tô enganando? Ninguém quer saber, sério.

- Campistas! Esse é o momento mais importante da história das suas vidas! Vocês decidirão, hoje, a arma que usarão e como usarão para combater monstros e fazer com que o mundo seja um lugar melhor para humanos e semideuses... Muitos podem querer ser mais legais que os outros e escolher várias armas... Tudo bem, versatilidade é bom... Mas você também pode estar preparado para usar apenas uma arma e tirar o melhor dela, eu fui claro? Não quero saber de insegurança aqui, não quero saber de medo. Tudo que eu quero ver é determinação... Determinação em salvar seus traseiros meio divinos da morte.

Alek escutou tudo atenciosamente, não poderia se dar ao luxo de perder informações em uma situação como aquela, para ser sincero, ele queria um curso básico sobre deuses, o que eles gostam e como se portar... Talvez uma filha de Athena que conheça uma prole de Psique possa implantar todo o conhecimento necessário na mente do garoto... Nossa, como isso seria útil, transformaria um fracassado como ele em gente. Mas, voltando a história...

Aleksandros esperou que os campistas pegassem armas, então, quando todos já estavam praticando ele foi atrás da sua... Não sabia ao certo o que queria, então, pegou o que era mais lógico, uma espada. Você pode pensar, espada é uma escolha simples, todo mundo usa espada, mas o motivo do garoto era muito mais complexo que isso... Ele respirou fundo na hora de escolher, fechou os olhos e fez o que qualquer Sun Tzu faria num momento como aquele. UNI DUNI TÊ.

E, também, tinha todo aquele lance místico da espada ser só uma faca de pão grande, todavia, vamos prosseguir no assunto.  Segurando na espada como um verdadeiro vencedor, o semideus caminhou arrastando a ponta da arma no solo, se não desse pena, seria engraçado. Ao chegar em um boneco de treinamento, o garoto ergueu sua arma, contudo, o resultado não foi muito bom. Destreinado, quase caía de sua mão a cada segundo, hora para frente, hora para trás... E sim, eu sei que você está maliciando... Então, o professor veio ensina-lo como manusea-lo. ¬¬

- Como você não consegue mantê-la com uma mão, pegue com as duas, com firmeza. Manuseie suavemente como se fosse uma extensão de seu corpo.

Alek assentiu e desferiu um golpe vertical simples no boneco, todavia, quase desequilibrou com o impacto. Era evidente que tínhamos um novato.

- Posição de pernas... Esquerda na frente... Flexiona o joelho e abre o quadril.... Você tem que ter equilíbrio na hora de se movimentar.

O novato moveu seu quadril para os lados algumas vezes, depois os ombros e começou a se sentir confortável com a situação, estava começando a habituar com a arma e com seu peso, eis que ele disfere mais um golpe. Estava progredindo, equilibrado, reto e com alguma potência. Bem, uma coisa podíamos dizer, ele não era um filho de Ares, mas, com muito esforço, poderia até ficar bom utilizando uma arma como aquela.

- Agora, eu quero que você desfira vários golpes, acostume-se com a arma e entenda como usa-la.

Agora a coisa começou a ficar interessante, ainda não era inspirador ou gostoso de assistir, mas o semideus era esforçado. Golpe de vertical, simples e fácil. Golpe horizontal, carregando todo o peso do semideus. Golpe transversal, a mistura dos dois primeiros... Por fim, uma estocada. Aquele havia sido um bom treino, já conhecia os movimentos básicos, mas ainda precisava se habituar com a arma.

- Você precisa aprender a executar golpes e voltar a sua base... Sabe, quando você da um soco, seu braço se recolhe instintivamente e deve ser assim com a espada também... Você precisa lembrar de voltar o quadril, não ficar vulnerável à contra ataques... Treinando isso... Bem, você tem tudo para ser um om espadachim.

Mensagem por Aleksandros Aahbran em 22/01/14, 06:59 pm

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Mensagem por Poseidon em 23/01/14, 12:33 pm

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Re: Arena Comum

Sabe, cara... É quinta feira, tá todo mundo cansado da semana de trabalho e do dia estressante e eu não tô nem um pouco afim de ficar descrevendo o garoto idiota descobrir que vai ter aula na arena e decidir ir em vez de ficar na cama coçando seus órgãos genitais... - Mas, Narrador, órgãos genitais? Tá falando bonito, hein? - Pois é, ouvinte. Aqui o bagulho é complicado e o processo é lento... Mentira, eu só tô lendo o telepronter. *Risadas* Voltando ao assunto, pega um suquinho, senta de boa que eu vou contar a parte da Arena, se você quer saber como ele descobriu a aula, vá atrás de outro narrador.

Mais um dia e mais um treino, esse era o principal pensamento na cabeça do nosso campista preferido. - Não preciso dizer que ele é o único que temos por causa do baixo orçamento, né? Até aquele ratinho do chalé de Apollo eu narrava, né? Sabe como é o Solzinho, passa a baguete em tudo que se mexe. - O jovem se estava no meio de vários outros semideuses, e como era de se esperar, não chamava atenção. Na verdade, até chamava, era o único perdedor que não tinha pai naquele lugar, todo mundo é disputado pelos deuses e no Olimpo, sabe o que o falavam sobre o Aleksandros "E esse perdedor aí? É filho de quem? Do Dionísio, aposto... Meu nada, eu sou um bêbado, mas nem tanto... Alguém alimenta esse moleque aí."

- Hoje vocês vão treinar novamente com os bonecos e... Sei lá, no meio da aula eu penso em algo, quero ver progresso, hein? Tratem as armas como se o seu rabo dependesse delas, seus semideuses imundos... Calma galera, que olhar é esse É só pra motiva-los... Eu em.

Com a espada em mãos o indefinido vai pro primeiro boneco que estava livre, primeiro ele disfere um golpe transversal e percebe que sua familiaridade com a arma estava muito melhor que antes, aquilo era um alívio. Novamente, mais um golpe, horizontal... - "Perfeito" - Pensou, seu corpo voltou instintivamente para a posição, assim como o instrutor havia dito e, pelo visto, ele observava o campista de perto.

- Sabe, garoto, você está melhorando, mas eu acho que sei de algo que vai fazer você ficar ainda melhor... Ei, filho de Ares. - Disse apontando para um garoto de uns dois metros de altura e braços do tamanho de uma roda de caminhão. - Que tal praticar um pouco com esse indefinido?

- Mas, você tá doido? Esse cara vai me comer. - Relaxa, Aleksandros... Nós sabemos que você ia gostar.

- Ariano, use uma espada de madeira, tá? Seja delicado com a mocinha.

Aleksandros pega um elmo devido a sua grande baitolagem e coloca em sua cabeça porque tinha medo de machucar o rostinho, afinal, quando ele fosse expulso do acampamento era com ele que ganharia a vida, todavia, isso tá prolongando demais e eu acho que vou direto para o combate.

Os dois se fitavam e a tensão aumentava na arena. Ariano da dois passos para a frente, esperava que Alek começasse a luta, então, o indefinido, com sua espada de bronze, disfere um golpe vertical contra o filho de Ares. Bem, o que você espera? Que Ariano fosse picado no meio? Se sim, vá para outra história, pois o nosso oponente simplesmente girou e desferiu um chute que acertou as costelas do indefinido, fazendo com que ele fosse para o chão.

- Primeira regra do combate de verdade, semideus. Sempre, eu disse, sempre fique atento ao seu adversário, você pode atacar, ele também. - Disse o instrutor.

Com um pouco de esforço se levanta. Seu peito todo doía, parece que o chute havia destruído-o por dentro. Entretanto o combate não havia terminado, o filho de Ares desfere um golpe vertical com sua espada de madeira. Alek sabia como se portar, colocou sua espada na diagonal e esperou o impacto... Cara, aquela era a espada de madeira mais pesada que existia... Sentia como se toneladas batessem em seu braço, mas fora isso, defendeu com sucesso.

- Muito bom, indefinido. Você está começando a pegar o jeito.

Aleksandros pensou que poderia usar um pouco daquela técnica de combate também... O garoto pulou dando dando uma espécie de giro macumbeiro, sabe como é? Aquele que fazem naqueles terreiro de macumba... Sacou? O ataque foi até bom, mas não era esse o plano do semideus, enquanto girava, ele aproveitou para desferir um chute que acertou o braço de Ariano.

- Bom movimento, você precisa aplicar mais força. - Ariano parecia bastante confiante no resultado da batalha. - Eu não gosto de espadas... Deixe-me pegar as manoplas.

A batalha para por alguns segundos, apenas o templo de Ariano colocar suas manoplas e voltou para o campo de batalha. Aleksandros desfere um golpe horizontal. O filho de Ares estava confiante, usava suas armas... Ele bate com a manopla esquerda na espada, fazendo com que o movimento abra e a guarda de seu oponente fique aberta, logo, ele desfere um soco no queixo de Alek que cai no chão, inconsciente.

- Esse garoto é muito frágil... - Disse o vencedor do combate.

- Pode até ser, mas ele tem garra, olha só. - Respondeu o treinador.

Sandro se virava no chão, não havia desmaiado, apenas fechado os olhos e ficado imóvel por alguns segundos... Agora se levantava empurrando o chão, seus braços estavam doendo, doendo muito, e o seu queixo tinha um pequeno corte, mas nada que pudesse terminar com sua vida.

- Chega por hoje, né A mocinha aqui resistiu ao golpe de um filho de Ares, tá de bom tamanho.

- Tudo bem, você foi bem. Obrigado Ariano, agora eu vou fazer um curativo no bebê.

O instrutor faz um reparo na cara do indefinido e coloca um band aid, por mais que ele sangrasse, o corte era pequeno e superficial, não iria deixar cicatriz, apenas uma marca na memória.

Mensagem por Aleksandros Aahbran em 23/01/14, 07:29 pm

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Mensagem por Poseidon em 23/01/14, 08:10 pm

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Re: Arena Comum


Mais uma vez o indefinido estava na arena para um treinamento com Ariano.

Aleksandros fitava Ariano, estava confiante de que dessa vez a luta seria diferente, todavia o filho de Ares ja começava usando suas manoplas o que tendia a deixar o combate mais difícil. Alek se coloca em posicao de batalha e desfere um golpe horizontal na altura da cintura.

Ariano salta para trás, todavia ele não é tão rápido e sua camisa é levemente rasgada pela espada do oponente. O indefinido sorri e o filho de Ares começa seu ataque, um soco direto, um soco cruzado.

Aleksandros desvia com facilidade, não era muito difícil desviar de dois socos altos, tudo que o semideus teve que fazer foi se abaixar e esperar o ataque passar. Vez do indefinido, sabe o que ele fez? Nada demais, um corte vertical partindo de baixo pra cima mirando no meio da cabeça do filho de Ares.

Bronze com ferro, Ariano defende o ataque de espada colocando as mãos unidas em formato de X, fazendo com que a lâmina da espada fique presa no espaço entre as manoplas. Em seguida, era o momento do contra ataque, um chute com o pé direito na altura do peito.

Aleksandros é acertado bem no meio do peito fazendo com que ele seja jogado para trás. O semiseus segura a espada com toda sua força para que ele não caísse desarmado. Fazendo algum esforço, ele se levanta e prepara um novo movimento, um golpe transversal de baixo para cima.

Ariano desfere um golpe com o antebraço, defendendo-se do ataque e fazendo com que Alek abrisse a guarda. Se o indefinido fosse esperto, já teria pensado em uma forma de usar aquilo, todavia, tudo que ele recebe em sua vida é um soci no peito e uma chamada de atenção por parte do Instrutor.


O soco de um filho de Ares era devastador, parecia que a cota de malha não conseguia absorver o impacto e o dano era direto, imagina se ele estivesse apenas de camisa. Tendo em mente que deveria continuar a batalha, então ele desfere uma poderosa estocada no peito.

Ariano era rápido, mas suas manoplas não eram capazes de defender um golpe daquele, deste modo a ponta da espada penetra o peitoral de sua armadura e Alek retira-a rapidamente para que não ficasse vulnerável. Ariano começa a pensar em como acertar um ataque em seu oponente que estava com a guarda alta, Logo ele coloca a perna direita na frente e gira no sentido anti horário desferindo um chute alto.

Aleksandros tinha duas opções, receber um chute no rosto ou tentar esquivar. Decide esquivar e por algum motivo desconhecido ele salta para frente, de modo que ele recebe o chute no ombro, o impacto o fez girar, mas, pelo menos não foi no rosto. Depois de recuperar seu equilíbrio, o campista tenta desferir mais um golpe transversal, dessa vez de cima para baixo.

Filho de Ares, por outro lado, levanta o braço e firma a postura, deixando a mão esquerda receber o golpe do indefinido. Com o impacto ele flexiona o joelho para baixo e depois para cima, amortecendo e repelindo. Em seguida, Ariano gira o quadril e desfere mais um poderoso soco.

Alek recebe o ataque, seu rosto estava tão dolorido devido aos golpes de seu oponente que nem sentia mais os danos provocados, aquilo era bom, ou muito ruim, pois ele não sabia até onde poderia continuar. Voltando para o combate, o indefinido desfere um ataque horizontal partindo da esquerda.

Finalmente um golpe certeiro, acertando diretamente no ombro esquerdo de Ariano. Após receber o golpe, sorri... Os danos da batalha motivavam os filhos da guerra, nascidos para o combate. Eis que ele corre e desfere uma série de cruzados mirando nos ouvidos de seu oponente.

A raiva não deixava Ariano mais inteligente, apenas mais bárbaro. Depois de desviar de um golpe como aquele, o segundo foi ainda mais simples, só precisou se abaixar até o oponente cansar. Sandro se levanta já atacando, colocava o peso do corpo no movimento impulsionando a arma para cima.

No novo estado bestial de Ariano, seus movimentos estavam aprimorados fazendo com que ele desvie facilmente do golpe vertical do indefinido. Por algum motivo desconhecido, Ariano se abaixa e não ataca, como se reunisse energia.

Agora que não precisava esquivar de ataques dos oponentes, Aleksandros podia se concentrar numa gorma de atacar, portanto, totalmente Concentrado em atacar, o jovem disfere um ataque transversal de cima para baixo.


A lâmina descia e Ariano não se movia, no momento do impacto uma névoa surge e dois olhos vermelhos também, conforme ela vai abaixando Ariano se revela como um javali de batalha, símbolo de seu pai. A lâmina de bronze reluzia contra sua cabeça, fazendo com que um fio de sangue escorresse. A besta mexe sua pata e investe contra Alek, saltando para acertar em um local mais vulnerável.

Antes que pudesse se recuperar da surpresa o javali invrste em sua direção e salta, acertando o peito do indefinido e jogando-o para trás. Agora no chão, assistia o javali se afastar. Se levanta Com dificuldade e encara seus olhos vermelhos, após isso, corre em sua direção com a espada abaixada. Ariano percebe o desafio e investe também. Quando o impacto estava eminente, Sandro levanta sua arma e o javali salta, fazendo com que os dois levem danos.

O instrutor percehe que Ares volta a sua forma de semideus e que os dois estão caídos. Rapidamente ele corre até os semideuses e coloca um pouco de néctar em suas bocas, fazendo com que eles recubram a consciência e se levantem. O treino estava acabado.

Mensagem por Aleksandros Aahbran em 24/01/14, 03:57 pm

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Re: Arena Comum

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Mensagem por Poseidon em 24/01/14, 08:03 pm

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Re: Arena Comum

You gave me life now show me how to life ♪

 


Era justo eu ir treinar assim como todos os semideuses presentes faziam, afinal ao que me deu a entender com a explicação de todos os que acabara por conhecer ali no acampamento, incluindo Clark:
Primeiro, a vida de um semideus era perigosa, monstros sempre tentam nos matar quando foras das barreiras do acampamento. Segundo, sua vida se resume a treinar para não morrer, simples.
E assim era o que eu iria fazer, afinal, eu era ótimo em apenas uma coisa: passar despercebido entre todos os outros semideuses, mesmo sendo um filho de Poseidon eu não levava nada de extremo destaque em relação aos outros.
Não que eu quisesse chamar atenção, mas eu precisava ser bom em algo, um filho dos três grandes sem se destacar em algo não era um filho dos três grandes, alem de que... eu tinha de fazer isso pela minha meia-irmã, não queria que ela ficasse conhecida como; Garota que tem um irmão inútil, Mãe do Leone, ou coisas desse tipo.
Me levantei do chalé logo cedo, tomei o beliche em frente ao de minha irmã como minha residencia permanente. Reuni algumas roupas simples e segui para um banho quente, demorei dez minutos no mesmo e após mais dez minutos eu já estava pronto para o treino. Minha gládio estava embainhada em minha cintura e meu escudo preso em meu ante-braço, eram minhas únicas armas ali e também eram as únicas necessárias para matar algo, ou alguém.
Observei minha irmã que ainda estava dormindo e sussurrei um pequeno:"Volto já", e então abri a porta da frente com demasiado cuidado para não fazer barulho ou deixar a luz do sol entrar demais no local e incomoda-la.

(...)
Passaram-se trinta minutos e eu estava já na arena, mas demorei tudo isso por ter passado no refeitório para pegar um pão com mortadela para ir comendo no caminho, mas quando cheguei lá já havia detonado o pãozinho a bons quinze minutos ou mais.
"Vamos ver por onde começar" - pensei enquanto adentrava na arena e observava os poucos que ali se encontravam treinando pela manhã.
Dentro do local havia semideuses treinando entre si, barulhos de espadas se chocando e flechas sendo disparadas podiam ser ouvidas até mesmo do lado de fora. Mas o que me interessava não era aquilo, e sim os fantoches moveis, eles seriam minhas presas.
 Me aproximei de um deles que estava parado já com a gládio empunhada em meu punho direito e o escudo em meu ante-braço esquerdo, fiquei a trinta centímetros de um deles que segurava uma espada de madeira e um escudo de ferro, possivelmente para simular uma defesa de verdade.
- Seras meu oponente, senhor espantalho. - falei com uma voz irônica um tanto quanto baixa, mas parece que o boneco de palha se moveu. Dei alguns passos para trás e o mesmo avançou para o ataque.
A espada se dirigiu ao meu ombro direito por cima, dei um passo ligeiro para o lado esquerdo e o ataque passou no vácuo então tentei uma estocada como contra-ataque em direção a o peito dele, com um movimento rápido o mesmo movimentou seu braço de palha e defendeu a estocada com uma sutileza e firmeza incríveis.
Me afastei dois passos e flexionei o joelho, o escudo a frente de meu peitoral e minha coxa e a espada ao seu lado apontada para o fantoche. O mesmo avançou novamente dessa vez na mesma posição que eu e tentou uma estocada em direção a minha cabeça, levantei o escudo para interromper o golpe e o braço dele foi lançado para cima abrindo uma grande brecha mas que seria desperdiçada caso não me movesse no momento, e foi o que fiz, impulsionei meu corpo para me lançar a dentro de sua guarda e lhe finquei a gládio no abdômen logo recuando e tirando a espada. A palha voou para trás do boneco mas que logo acabou se regenerando, só então percebi que não havia sido uma boa ideia lutar contra ele logo de cara. Tinha de ter um folego incrível para aguentar minutos lutando com o fantoche, coisa que eu não havia adquirido até então, mas lutaria o quanto eu conseguisse.
A batalha continuou, golpes defendidos aqui-e-ali, o boneco havia feito uma coisa que eu não tinha aprendido até então, ele fingiu me golpear no canto esquerdo da lombar e logo se movimentou mudando o rumo da espada para mais baixo e acertou o canto externo de meu joelho o que fez com que eu sentisse uma dor incrível, e fraquejei, mas os golpes não pararam e eu também não podia parar.
O mesmo tentou me acertar no braço direito, mas com um movimento rápido eu acertei seu pulso com a espada por um angulo mais baixo e a espada mais virada para que chegasse ao pulso dele antes que a lamina de madeira do boneco chegasse ao meu braço, e foi um sucesso, o pulso dele foi dilacerado mas logo começou a se regenerar e buscou pegar a espada no chão, mas no momento que ele se inclinou para alcançar a espada eu lhe decapitei com um movimento rápido da gladio na horizontal passando por todo o percurso de palha de seu pescoço e fazendo sua cabeça rolar.
- Chega por hoje. - falei ofegante, e no mesmo instante o boneco parou mas continuou se regenerando.
Me virei com uma certa desconfiança e fui me sentar na arquibancada, parar descansar um pouco e fazer uma pequena massagem no meu joelho que estava doendo bastante no momento.



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Mensagem por Leone di Geminus em 24/01/14, 09:47 pm

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Re: Arena Comum

As aventuras de um príncipe vagabundo;
O amor em qualquer lugar.

Era um dos meus primeiros dias no acampamento. Eu estava ainda meio perdido, sem saber muito bem o que fazer; Resolvi, então, dar um volta, pegar um ar fresco, fumar um, como eu costumava fazer na minha cidade. Caminhei até uma pedra meio estranha, porém bonita, que me pareceu um lugar ótimo para descansar. Cavei, com a mão, um punhado de terra e ergui a minha frente; Concentrei minha energia naquilo, e esperei que a benção de minha mãe fizesse efeito. E fez: Uma pequena planta crescera, tão verde, tão perfeita. Após amassar folha a folha, embrulhei sua essência num papelote. Finalmente pronto. A cada tragada, era uma viagem mental, quase que astral. Meus olhos derretidos, eram o reflexo da minha felicidade.

Eu estive ali, por uma eternidade.  Mas meu repouso fora brilhantemente interrompido por uma pequenina, incrivelmente linda, borboleta verde. Ela pousou no meu braço, e logo em seguida voo, como se me chamasse, como se pedisse para segui-la. Meu gosto por animal era indiscutível, que cumpri seu chamado. Andei, embora torto, pelo acampamento, atrás dela. Parando outra vez, numa arvore qualquer, perguntei-me onde chegamos; minha resposta vem rápido, pelos gritos e berros do lugar mais próximo: A arena. Olho para pequena e a reverencio, de forma cortês, agradecendo-a por ter me tirado daquele tédio. Ela plaina no ar, demonstrando, talvez, que me entendeu, e, em seguida, voa para longe, voltando pra sua casa na floresta.

Finalmente eu tinha descoberto algo para fazer. Meu objetivo: treinar! Adentrei aquele lugar, e esperei ser convocado. Meu corpo estava revigorado, cheio de energia, afinal, tinha acabado de renovar meu espírito com minha erva especial.
Lucas, aproxime-se. Esta será sua instrutora, Melanis, filha de ares.
Apesar da minha ingenuidade, eu sabia que uma filha do deus da guerra era, de fato, poderosa. Então, mantive-me quieto, e esperei suas lições. Entretanto, não pude segurar meus olhar, que vagamente se perdia em cada curva do corpo da dama.

Prazer, filho de Deméter.
O prazer é todo meu. - Minha resposta, como sempre, galanteadora.
Bem, vamos começar. Comecemos pelo básico. Primeira série de movimentos é simples: Corte baixo, corte alto, recolhe e estocada.

Eu até que curti, gosto de mulheres mandonas. Portanto, tratei de repetir o processo.
Mais baixo, e mais rápido, desse jeito.

Ela me instruía, e eu, atento, aprendia. Só não sabia ainda se minha atenção era no treino, ou em impressioná-la.
Agora a segunda série, um pouco mais complexa: Corte médio duplo, defesa lateral, giratória e corte médio.
Confesso que vê-la fazer tal combinação me deixou bastante encantado. O jeito que ela se movia, sua destreza, sua habilidade, e, sem dúvida, seu corpo perfeito, me motivava muito; Eu queria que ela me notasse. Repeti, então, toda a série descrita, com uma concentração impecável. Minha recompensa foi, sem dúvida, o sorriso que consegui.
Muito bom, parabéns.

Repetimos mais algumas séries, diversas vezes, por um longo tempo. Eu começava a demonstrar alguma habilidade, ou pelo menos achava. Apesar da minha insegurança, de quase nunca ter empunhado uma espada, aquilo tudo me parecia familiar; Eu sentia que tinha nascido para aquilo.

Bom, terminamos com a primeira parte do treino. Você precisa descansar agora.
Po, eu acho que ainda to inteiro. A gente pode continuar.
Apesar da minha falta de experiência,  meu corpo parecia não estar cansado. Tanto é, que eu cheguei a pedir para prosseguir. Ela se espanta no começo, mas ver meu bom estado, acaba concordando.
Então vamos para parte prática.

Eu fiquei realmente feliz. Parte prática? Huh, parecia interessante. Ela pôs-se em posição de combate, e me instigou. Também ergui minha postura, marcando o inicio do real treino.  Lutamos por algum tempo de igual pra igual; As espadas cintilavam, e o suor escorria. Eram tempos de luta e de amor, afinal, a vitória era só fazer o outro feliz.

Você está demonstrando uma ótima evolução. Vou lutar sério.
Ah é? Vamos ver.

Eu me espantei. Jurava que tinha aprendido tudo, e que realmente tinha alcançado seu nível. Assim, como um príncipe de coração partido, avancei contra ela com uma confiança absurda. Queria ver se ela era realmente boa, ou, na verdade, apenas provar que eu tinha algum valor, para, quem sabe, um jantar qualquer hora. Talvez tivesse sido essa a minha falha, querer demais... analisando melhor, não, definitivamente não. De fato, ela era bastante melhor que eu: Num desviar encantador, eu passo direto, como uma ingênua criança; Ela ainda continua, rebatendo sua espada na minha perna.  Meu tombo é monumental, uma das cenas mais vergonhosas que já passei. E para completar, sua espada escorre até meu pescoço, decretando-lhe a vitória.

Não me restava muita coisa, apenas, me fazer de coitado, o que, na real, era total verdade.
Ah; Você é muito melhor que eu.
Mas, para um iniciante, seu desempenho foi muito bom.
Quem sabe agente podia treinar um outro dia. Daí você podia me ensinar mais.
É assim que você chama garotas pra sair?
Não. Assim eu chamo as mais belas filhas de ares.

Ela sorri, para minha felicidade.

No fim do dia, eu tinha passado por lances agradáveis: Fumei um, aprendi coisas que deviam ser aprendidas, e, de bônus, descolei um encontro.
Fim.

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[size=35]You only need peace.

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Mensagem por Lucas Kalisttw em 25/01/14, 10:08 am

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Re: Arena Comum

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Mensagem por Perséfone em 25/01/14, 11:56 am

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Re: Arena Comum



Obs: Eu sei que eu costumo colocar cores nos diálogos, mas colocar cores diferentes da muito trabalho e eu tô cansado. e-e
Obs²: Só pra lembrar que eu tenho permissão de treinar enquanto meu teste não chega.

Aleksandros chega a arena comum, estava um tanto animado com o treino de hoje, sentia que estava tendo progresso em combates e isso só o deixava mais animado com a situação. O campista exibia um largo sorriso e acabava atraindo alguns olhares, geralmente os indefinidos não eram vistos no acampamento e ele mostrava com orgulho, gostava de sentir seu progresso sem ter seu progenitor auxiliando, era algo capaz de deixa-lo bastante motivado, caminhar por suas próprias pernas.

- Então, hoje vocês vão se separar em duplas e praticar esgrima... Armas de curta distância podem garantir sua vida em combate, afinal, para que usar um arco quando seu oponente está há alguns centímetros de você?

Sandro olhava ao redor, como indefinido não tinha muitos amigos, estava em uma jornada consigo mesmo, todavia, tudo complicou quando ele olhou para os lados e percebeu que estava sozinho, literalmente sozinho. Todos os outros campistas já tinham pares e ele parecia ter sobrado no meio das pessoas, até que o instrutor o abordou.

- Ei, garoto... Como você sabe estamos com um número ímpar... Nessas ocasiões você praticaria comigo, mas, dado ao seu progresso com a espada, acho que tem algo que vai ser interessante... Me acompanhe, por favor.

O semideus acompanha o instrutor para uma sala que levava a um grande local, era bastante largo e tinha vários portas que podiam ser abertas de cima, não sabia exatamente o que era aquilo, mas parecia ser bastante interessante. O instrutor desaparece por alguns instantes e surge no topo de um desses locais.

- Esse é o local destinado ao combate a monstros... Acredito que você está pronto para isso. - Dizia enquanto abria uma das portas.

Assim que a porta abre uma criatura surge, era grande e aparentemente poderosa, qual era seu nome? O semideus não sabia o que dizer, até que o instrutor explicou que era um cão infernal e era trabalho dos semideuses vencerem aquele tipo de criatura, que vinha do Hades e outras coisas do tipo, ali começava uma batalha.

O cão infernal corre contra o campista, sua movimentação incluía passar por dentro das sombras, fazendo com que ele se misturasse facilmente e confundisse seu inimigo, no caso, o semideus. Ao se aproximar a criatura salta, batendo suas patas no peito do campista, de modo que ele da alguns passos para trás.

Alek segura sua espada de bronze e entra em modo de combate, ou qualquer coisa do tipo, rapidamente ele começa a correr na direção do cão e salta por cima do mesmo, enquanto fazia isso ele desce sua espada criando um pequeno corte ao longo da coluna do monstro. O indefinido cai de maneira estranha e demora um pouco para recuperar o equilibro, então ele sorri de uma forma meio estranha.

Cão infernal emite um grunhido, não dava para saber se era de dor ou de raiva, então, aproveita que seu oponente estava de costas para começar seu ataque. Ele corre rapidamente em direção ao semideus e salta. Suas garras vão de encontro as costas do Sandro e ele tenta crava-las, só tinha um único problema... A cota de malha que ficava protegendo-o de ataques, tudo bem, a cota defendia de ataques cortantes e não perfurantes, mas as garras era tão grandes que não passavam pelas argolas de metal, apenas arranham a pele do garoto sem mais danos.

Com o cão preso em suas costas, Aleksandros começa a se mexer no intuito de fazer com que a criatura desprendesse de suas costas, todavia, seu esforço era em vão. Logo, ele decide que iria bater suas costas contra a parede, afinal, por que não? - Eu te digo porque não, o fato da garra do cão infernal tá arranhando suas costas é suficiente imbecil? - Ao jogar as costas contra a parede os dois são feridos, o cão infernal pelo impacto e o semideus pelas garras do cão. Agora, desprendido, Alek desfere um chute contra o maxilar de seu oponente e começa a se sentir preocupado com o ferimentos em suas costas.

A criatura se levanta e avança contra o semideus, sabendo que seu peito não poderia ser atingido, ele finge que pula, porém, o verdadeiro ataque é na perna, mordendo seu tornozelo e puxando para o lado. Aleksandros cai no momento e começa a dar socos nas costas do cão, tentava acertar o corte, porque a parte estava mais vulnerável.

Não conseguindo se desprender, Sandro pega sua espada de bronze celestial e crava nas costas da criatura, empurrando-a para baixo com toda sua força, levando em consideração que já havia uma ferida no local, foi relativamente fácil perfurar o corpo do animal. O único problema é que não se sabia se ele havia morrido, pois ele explode em sombras que percorrem a arena.

- Muito bom, semideus. Muito bom. - Dizia o instrutor jogando-o um pouco de ambrósia.

- Vou precisar disso mesmo... - Responde enquanto comia a ambrosia.

Mensagem por Aleksandros Aahbran em 25/01/14, 02:19 pm

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Re: Arena Comum

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O por-do-sol lindo era o que eu observava lá dos campos de morangos. Muitas eram as coisas que se passavam na minha cabeça naquele momento, eu precisava ser forte... eu precisava ver minha mãe o mais rápido possível, tinha de cumprir com a minha promessa de proteger a minha meia-irmã.
Bocejei longamente com a mão tapando minha boca e então me levantei devagar.
"Tenho que treinar" - era o meu pensamento naquele momento. Dei umas palmadas em minha bermuda e em minhas costas para limpar o que sobrara de terra ou grama e fui caminhando até o chalé onde pegaria meus equipamentos.
(...)
Me dirigi até a arena logo após ter pego minha espada e meu escudo, e estava equipado com minha armadura grega, visto que na ultima vez eu havia sido estraçalhado pelo fantoche-macabro com o qual eu havia treinado.
- Hoje vai ser a revanche. - sussurrei ao chegar no portão da arena.
Já lá dentro eu me preparei para o combate cheguei perto de um fantoche com os mesmos equipamentos que da ultima vez; uma espada e um escudo.
- Segunda chance para mim. - sussurrei perto do ouvido dele, já empunhando minha gládio e meu escudo preso em meu ante-braço esquerdo.
(...)
Me distanciei do fantoche enquanto ele começava a se mover e ocupar sua postura batalha. Coloquei meu escudo a frente de meu corpo e a gládio apontada para ele logo ao lado do fantoche.
A batalha começou. O fantoche se aproximou de mim correndo e logo tentou me cravar sua espada de madeira em meu abdômen, desviei o golpe com minha gládio e lhe acertei o rosto com o escudo o que fez com que o mesmo se afastasse por alguns momentos. O boneco de pau avançou novamente, desta vez ele tentava um golpe vertical em meu ombro, dei um passo para o lado e decepei o seu pulso com um movimento ágil e sútil de minha arma. Após alguns segundos a mão e pulso do meu oponente se refez e empunhou sua espada novamente.
Avancei contra ele e tentei lhe acertar um golpe na coxa, porem fui recebido com uma defesa pela espada dele e logo após uma batida forte em minha lombar direita onde ficara aberta devido ao angulo de meu golpe. Senti a dor da madeira em meu corpo e logo dei um passo para trás recuando.
- Foco! - falei para mim mesmo enquanto o fantoche avançava para outro golpe. Ele começou a me atacar de todos os ângulos, lugares e maneiras, alguns destes eu conseguia defender e outros me acertavam em cheio, uma porcentagem deles eram esquivadas com movimentos rápidos em meu tronco e de cabeça, outros eram contra-atacados com a maneira que mas me aportunava.
Meu corpo transpirava, eu estava ofegante e o boneco... bem, continuava como sempre. Ele avançou tentando me acertar um estocada no rosto, me abaixei um pouco e lhe acertei o mesmo golpe, porem em seu abdômen, ele se curvou e por isso foi recebido com uma joelhada no rosto, o segurei e continuei o dando joelhadas até que ele acertou meu joelho com o cabo de sua espada, o que me causou uma dor forte. Ele se levantou rapidamente, possivelmente já recuperado dos golpes e então me acertou uma estocada no centro da barriga. Cuspi saliva e me ajoelhei no chão sem ar, o fantoche parou e então voltou para sua posição de inicio de batalha.
Demorei alguns minutos no chão até que pude me levantar.
- C-Chega por hoje, você ganhou de novo maldito. - falei enquanto embainhava minha espada e logo ia em direção a saída da arena e depois até meu chalé para um banho e quem sabe logo após uma refeição.


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Mensagem por Leone di Geminus em 28/01/14, 02:01 pm

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Re: Arena Comum

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