The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Heath Jonathan Pew
Dados Gerais

Nome: Heath Jonathan Pew
Apelido: Pew
Idade: 17 Anos.
Progenitorª Divino: Hermes
Progenitorª Mortal: Helena César Pew
Cidade Natal: Miami
Moradia Atual: Chicago
Raça: Semideus

Eu sou meu próprio inimigo.
Dados Psicológicos



Descrição Física


Heath é um garoto que tem o corpo definido, sem exageros, apenas alguns músculos mais desenvolvidos devido a sempre ter gostado de esportes, sua pele é branca e um pouco bronzeada, levemente. Seus cabelos não tem uma cor exata, as vezes são negros como asfalto e as vezes louros como os pelos de um mico leão dourado, isso se deu pois o garoto os tingiu (ao ler sua história compreenderás melhor). Seus olhos possuem uma coloração azul meio acinzentada, depende muito da iluminação do local onde ele esteja.

Descrição Psicológica


Desde pequeno, Heath é bem calado e reservado, prefere guardar o que sente ou o que vive para si mesmo, odeia pensar em perturbar as pessoas com coisas que são de sua própria vida. É um cara muito frio e que pode ser julgado como mal, sem coração, mas quando conhece alguém que realmente goste, ele se transforma, torna-se o homem mais gentil que se possa ver, sorridente e simpático, romântico e protetor, tudo o que uma garota precisa, na sua forma moderada, é claro. Gosta bastante de escrever o que sente, ficar em seu próprio espaço e muitas vezes gosta de extravasar fazendo algum tipo de exercício, não é a toa que conseguiu o cargo de capitão do time de atletismo.

História


Na noite em que o garoto nasceu, a chuva caía brutalmente do céu, como se cada grito da mulher que o guardava em seu ventre, fizesse o nível da mesma aumentar. Fora um parto muito difícil e complicado, o pior de tudo, ela estava sozinha em casa. Helena César Pew, uma grande empresária no ramo das tecnologias, suas várias empresas são famosíssimas no país inteiro, e ela vive em entrevistas, jornais e programas de televisão. Como alguém com uma vida tão sociável, poderia estar dando a luz ao seu único e primeiro filho, assim, sozinha? Era o que poucos sabiam, a jovem empresária era tão solitária quanto qualquer mulher solteira de 24 anos do subúrbio. E isso a deixava muito triste e magoada. O pai? Sumira ao saber que a mesma guardava um filho seu no ventre. A família? Não aceitava esse fato, ter uma filha que seria mãe solteira. Contudo, nasceu em 30/08/1996, o jovem Heath, pesando 3,6 quilos e com uma saúde de ferro apesar de todas as dificuldades. Pós parto foi cuidado pelas empregadas da casa, enquanto sua mãe precisou ir ao hospital, o agitado parto não a fizera muito bem.

Anos se passaram, a jovem Helena agora estava com seus saudáveis 34 anos, seu filho com 10, e só alegrias estavam acontecendo na vida de ambos. Seus empréstimos estavam indo as mil maravilhas, e na escola, Heath tirava ótimas notas sem contar que fora aceito no time de atletismo, e pouco depois estaria se tornando o capitão. O pequeno orgulho de sua mãe, ele nem sabia quanto um só sorriso a fazia bem. Mas como melhorar o convívio dos dois? Um terceiro membro na família? Por que não? Isso mesmo, Helena arranjou um namorado, este se chamara Phil. Cara mais legal, impossível! Ele gostava de correr e treinar com Heath, ia na escola dele ficar na primeira fila presenciando todos os lances que o capitão fazia, tirando as melhores fotos e depois? Comentava com ele sobre tudo, tudo mesmo. Ajudava em conselho com as namoradas, sinceramente, Phil era o pai que Heath sempre quis e nunca teve. Mas sabe como é, nem tudo que é bom dura para sempre. Numa viajem que o namorado de sua mãe fez ao Japão, sofreu um acidente, seu avião caiu no mar e ele veio a óbito. Foi uma tristeza enorme, como o garoto nunca havia sentido na vida. Seu peito doída de forma descomunal, e ele chorava mesmo sem perceber. A tristeza trouxe a sua vida, coisas estranhas. Ou ele estaria ficando louco? Algumas pessoas a sua volta começavam a olha-lo de forma estranha, com olhos que o deixavam suspirante, de medo. Ele tentava conversar com a mãe dele, mas ela estava em depressão devido a morte de Phil e se recusava a dar atenção ao que seu filho dizia.

Em pouco tempo, as pessoas começaram a se afastar do garoto, ele também já não estava muito sociável, queria distancia das pessoas por razões que nem ele mesmo sabia. Perdeu o cargo no time, suas notas caíram e para finalizar com chave de ouro, ele descobriu que sua mãe tinha câncer. Era tanta coisa acontecendo numa só vez que o garoto não sabia o que fazer, ele sabia que sua mãe iria morrer e isto não iria demorar, mas o que ela não sabia, era que ele não queria ficar lá para ver isso. Então, na noite de 21 de setembro de 2010, ele saiu de casa, carregando apenas a sua mochila com alguma comida e dois pares de roupa. Onde ele iria? Nem mesmo ele sabia essa resposta.

Não era nenhum pouquinho fácil andar pelas ruas sozinho, sendo julgado pelas pessoas que passavam, sendo chamado de ladrão sem nada ter feito, não era fácil ser alvo de olhares indiscretos e comentários maldosos. Definitivamente não era fácil. Ele chegou a pedir dinheiro em sinais e ser ignorado, chegou a ter que catar lixo para comer, lixo em padarias, restaurantes, algumas vezes os donos desses estabelecimentos os ofereciam comida, e ele sempre queria demonstrar sua gratidão com algo, como ajudar na limpeza, o que era muito bem vindo da parte dos comerciantes. Mas a cara de criança logo se tornou cara de jovem, o que passaria a ser julgado de drogado e de quem não quer nada com a vida. Você se pergunta, e a mãe dele? Não o procurou? Feito uma louca, eu te respondo. Mas ele sabia o que viria, não queria estar lá para assistir, não suportaria. Egoísmo? Talvez essa fosse a resposta. Ele começou a juntar dinheiro e pintou os negros cabelos de louro, assim poderia passar despercebido, com muita cautela, é claro.

E foi fugindo de detetives, investigadores e das próprias pessoas da comunidade que se juntaram para procura-lo almejando uma recompensa, que ele encontrou uma garota. Seu nome era Cath, e como ele, ela também vivia nas ruas. Os dois então resolveram sair da cidade a caminho de Nova York, sonhavam em chegar lá e conseguir ganhar a vida de alguma forma, por mais que parecesse loucura, foi justamente o que fizeram. A caminhada foi a mais longa da vida do garoto, mas sua companheira e agora irmã de coração, fazia cada minuto valer a pena. Coisas estranhas aconteciam, como vacas peludas querendo ataca-los, alguns caras musculosos de um olho só, outros mancavam reclamando e queriam bater nos dois, mas, por mais que não tivesse experiência alguma, Heath tentava proteger a Cath. E sempre conseguiam fugir, era estranho olhar para esses seres sobrenaturais, na opinião dos jovens, e não ter mais ninguém que os veja, pelo menos eles calcularam assim. Sempre que eram atacados, as pessoas não davam a mínima, e isso começava a intriga-los. Tempo vai, tempo vem, os jovens resolveram descansar em uma granja abandonada que encontraram. Sentaram-se sobre uma arvore e começaram a conversar, sobre coisas que nunca tiveram oportunidade de conversar, Heath soube mais sobre o passado de Cath e ela sobre o dele. Eram coisas totalmente diferentes, mas que se uniam numa mesma caminhada. Ela era filha de um deputado e queria fugir por que seu pai entrara para o mundo da corrupção, entendera perfeitamente o que Heath havia feito, e disse que talvez fizesse a mesma coisa em seu lugar. Ouvindo aquelas palavras, o garoto ficou feliz e emocionado. Mas o tempo corre, e eles tiveram de continuar a caminhar.

Já se passara algum tempo desde que eles saíram da granja, anos até, digamos assim. O garoto estava com seus 16 anos e em dois dias faria 17, a garota, por sua vez, estava com 15. Eles haviam acabado de pedir comida em uma pizzaria e se sentado em um beco para comer, quando um estrondo os deixou atordoados. Um grande e barbudo homem vinha na direção deles portando em mãos um grande machado. Ele só tinha um olho e berrava o tempo todo que iria devorar um filho do mensageiro. Mas o que isso significaria? Nenhum dos dois jovens sabia dizer. Mas quando viram que o grande homem vinha em sua direção, começaram a correr, em direção ao que? Nem eles sabiam. Mas correram como se a vida dependesse daquilo, e será que não dependeria?

Por maior que fosse, ele era rápido, e parecia estar na cola dos pobres jovens que corriam desesperadamente e ofegantes.
- Não da mais para fugir. – Falou Heath. – Temos que enfrenta-lo.
- Até parece que eu e você vamos conseguir derrotar essa coisa. – Cath respondeu.
Ele caiu na real, talvez Cath estivesse certa, seria o fim deles. Mas assim que tirou o pensamento da cabeça, viu a garota tropeçando e caindo no chão, teve certeza do que iria acontecer. O grande e parrudo homem já erguia seu machado para matar a garota, mas Heath se jogou na sua frente e a protegeu do golpe, sendo atingido em seu lugar. Suas costas agora estavam completamente machucadas, e havia sangue por todo lado. Suas visão estava borrada, mas ele estava determinado a continuar. A garota chorava gritando seu nome, estava tão assustada quanto ele, mas não o deixou nem por um momento. Ele se levantou com dificuldade e entrou junto a garota em uma ruela, o grandalhão não os poupou e foi atrás gritando e derrubando latas de lixo, roupas e seus varais, tudo o que encontrava pela frente.

Os garotos então acharam o fim do beco, que era sem saída. Olharam para trás e viram seu perseguidor se aproximando, também viram que ele parecia meio cego, não enxergava direito, isso deu aos dois uma leve chama de esperança. Olhando a sua volta, os dois viram alguns pedaços de pedra, um varal que havia sido torado, cacos de vidro e só. Eles tinham de sair dali, e já sabiam o que fazer. Heath juntou todos os cacos de vidro, enquanto Cath amarrava o varal de uma ponta a outra do beco, na altura do tornozelo do grandalhão. Heath começou a lançar os cacos de vidro no rosto do grande homem que ficou furioso com os cortes que os mesmos causaram e avançou naquela direção, tropeçando no varal e caindo no chão fazendo o mesmo tremer. A garota começou a jogar pedras na cabeça dele, tentando o apagar, mas não adiantou. Ele pegou uma dessas pedras e se levantando arremessou, fazendo com que acertasse a garota em cheio e ela caísse desmaiada. Heath se ajoelhou ao lado dela chorando e gritando, de ódio, medo e tristeza. Ela havia sido sua família por todos esses anos. O garoto se ergueu com dificuldade e serrou os punhos olhando o grande homem que já pegava seu machado olhando maliciosamente para ele, iria mata-lo. Concentrou em si toda sua força e começou a correr em volta do gingante que lhe acompanhava com os olhos ficando tonto, com suas habilidades, o garoto conseguiu retirar o machado das mãos do grandalhão e arremessa-lo no mesmo, fazendo com que ele caísse.

Com as costas machucadas e mancando, ele pegou Cath nos braços e começou a correr, antes que o grandalhão recuperasse totalmente a consciência. Sem forças, caiu de joelhos em uma rua, a garota permanecia desacordada em seus braços, o corpo estava frio e tão sem vida que o que ele conseguiu fazer foi chorar desesperadamente, chorar por não saber o que fazer. Uma voz soou em sua mente, der repente: “deixe-a, você tem de ir ao acampamento agora...” Não! Ele respondeu, não irei deixa-la. Pegou Cath em seus braços e começou a caminhar em direção ao litoral, sabia exatamente o que fazer. Seu ferimento doía muito e ele sabia que iria infeccionar a qualquer momento, ou já poderia estar infeccionado, mas quando tocou a areia da praia, sentiu um enorme reconforto, como se estivessem em casa novamente. Carregou o corpo da garota até uma ala onde não haviam pessoas e entrou no mar.

“Que essas águas possam cuidar de você como eu cuidei, e que me façam lembrar de ti a cada momento que toca-la...”
Ele colocou o corpo dela ali e fechou os olhos chorando. A água então cobriu o corpo desacordado dela e uma aura azul o possuiu deixando o garoto com medo e sem reação alguma, o corpo de Cath se transformou em uma medalha, na medalha havia um tridente de um lado e um “H” do outro com o nome em letra cursiva “Lenna” menor. O garoto ficou emocionado e ouviu uma voz atrás de si, que o deixou atento imediatamente.
- Heath, hora de ir ao acampamento, meu filho.
O garoto se virou e deparou-se com um jovem homem segurando o que parecia ser um bastão com suas cobras aninhadas. Então ele descobriu, era filho de um deus, e teve de perder a única pessoa que tinha para entender. Nada disse, apenas assentiu, e pela primeira vez, abraçou seu verdadeiro pai.

Armas Escolhidas


- Lança de Bronze (Item de reclamação)
- Escudo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Heath Jonathan Pew , concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Heath J. Pew em 09/01/14, 11:56 am

Heath J. Pew
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