The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Thomas M. Prophath
Dados Gerais

Nome: Thomas M. Prophath
Apelido: Thom
Idade: 17
Progenitorª Divino: Deméter
Progenitorª Mortal: Joseph K. Prophath
Cidade Natal: Nashville, Tennessee - USA
Moradia Atual: Nashville, Tennessee - USA
Raça: Semideus

Cocozinho é ditadura!
Dados Psicológicos



Descrição Física


Estrutura média, atlético porém não tem físico esportivo. Tem 17,5 de altura e pesa 82 kg. Cabelo escuro, curto e liso embora um pouco crespo. Tem pele clara e olhos castanho escuros.

Descrição Psicológica


Mais uma pessoa normal, nem tão corajoso nem tão covarde. O diferencial psicológico deste, é que nasceu com Hipoalgia, ou seja, quase não sofre com dores quando machucado. E isso só lhe trouxe desvantagens sociais, porque no fundo do seu interior, Thomas sente que gostaria de sentir dor. Isso o torna sádico em algumas vezes. Nunca teve vontade de machucar a ponto de o fazer, mas quase.

História


- Thomas na diretoria. Thomas na diretoria. - Aquela voz computadorizada repetida.
Lá estava eu levantando da cadeira e saindo da sala. Meu amigo John me olhou com reprovação.
- O que você fez? - disse.
- Nada! Eu tenho certeza que nada, a não ser que tenha esquecido.
- Thomas na diretoria. Thomas na diretoria. - repetiu aquele auto-falante.
- Deus! Eu já estou indo, será que não se cansa? - Eu falava para ninguém como se dissesse para a dona da voz, a diretora.
- Sim, pode se sentar nesta cadeira, Thomas. - peguei um comprimido do frasco que estava no meu bolso e o engoli.
A sala era pequena, com alguns livros e estantes encostados nas paredes. No centro porem fundo da sala ficava a mesa da diretora e atrás desta, uma cadeira onde a própria se sentava. Exatamente em frente a porta.
- Eu não fiz nada. - Tentei explicar.
- Eu sei muito bem. - Ela me fitava.
- Err... E o que estou fazendo aqui?
Ela riu e não parou, após alguns segundos em que ela continuou eu comecei a me assustar.
- O que eu estou fazendo aqui??! - Gritei. A sala não era a mesma, tudo estava mais frio e largo. A parede a frente da porta não existia mais e o que havia além dela era uma floresta escura e sombria. Estava nevando e as arvores levemente congeladas.
- Thomas! - Ela ainda me fitava, cortando minha epifania com sua voz rouca e característica.
- O que estou fazendo aqui?
- Eu te disse. Você ganhou um prêmio por bom comportamento em sala de aula, está dormindo? - Ela levantou um pequeno troféu, ele era fino e quase longo. Deveria ter no máximo 8 cm de altura.
- Ah! bom, err... Eu dispenso. Obrigado. Posso ir? - Falei meio sem jeito.
- Bom, sendo assim tudo bem que não queira o prêmio, mas o pódio é seu. - Tentou me convencer.
- Tudo bem. Me dê este prêmio e... Coloque o resto na conta. - Sai.
Estava voltando para casa, meus poucos amigos me acompanhavam até onde podiam. Os caminhos eram opostos, cada um iria para um lado em determinado momento. John foi o ultimo.
- Seu troféu não é tão ruim. HAHA. Pelo menos você tem algum. Até amanhã Thomas, se cuida. - Disse ele.
Segui sozinho até em casa.
- Chegue-ei. Alguém em casa? - Disse quase cantarolando, mas meu pai estava no telefone.
- Ah, sim sim. Se alguma acontecer eu te ligo, com certeza - Desligou e olhou para mim. - Bom, Olá. - Com o sotaque que dizia "ôh lá".
- Ganhei um prêmio por bom comportamento em sala de aula... Ninguém merece né? - Joguei a mochila na mesa e fui para o sofá.
- Ué, e cadê? - Ele disse confuso.
- Está na mochila, nem vou tirar daí. - já estava com a TV ligada, momento de se desligar do mundo.
Sem eu ver, meu pai abriu a mochila e pegou o troféu. Por alguns segundos ele o analisou.
- Ah... hmmm, quem foi que te entregou?
- A diretora. - Gritei da sala.
- Isso não pode ser bom... - falou para si mesmo - Err... tudo bem, mas isso não pode ser bom mesmo.
No outro dia a aula foi a mesma, monótona e chata.
- "Bom comportamento" ela não sabe o que eu faria a ela se tivesse coragem e uma faca. - Pensava comigo mesmo.
- Thomas, vamos para o parque da rua 3 depois da aula? Ouvi dizer que algumas pessoas marcaram de se reunir lá ás 5.
- Pode ser, não tenho nada para fazer mesmo.
- Agora é só esperar passar mais 2 horas...
- Que droga. - Me encolhi e escorreguei pela cadeira.
Alguns amigos ficavam pelo caminho até o lago, onde só fomos eu e John. Realmente, lá se reuniram de 20 à 30 adolescentes. Mas não pareciam bons e velhos estudiosos e certinhos, esses eram barra pesada. Alguns até fumavam um tipo de cigarro suspeito.
- Eai pessoal. - disse o John. Pois é, eles se conheciam. - Esse aqui é o Thomas.
- Fala, galera. - acenei.
O tempo passou, nos sentamos no chão mesmo em forma de circulo. Algumas garrafas com bebida alcoólica passaram de mão em mão, passaram por mim algumas vezes e eu misturava erroneamente com os comprimidos que diariamente tomava por pura vontade. Então ficamos embriagados esperando o fim da tarde.
- É a sua vez! Gira a garrafa. - Um jogo chamado verdade ou desafio e era a minha vez. Certo, a garrafa parou em um jovem grandalhão.
- Eu escolho verdade.
- Verdade? Deixa de ser criança. Escolhe desafio.
- Aéh?! Desafio então.
- Haha. Eu te desafio a cortar a palma da mão, AGORA! - Ele tirou do bolso um canivete. Me assustei. Eu nasci com uma doença rara, Hipoalgia, foi o que o médico disse. Eu sinto menas dor que a maioria, eu quase posso controlar o que sinto.
- Thomas, isso é meio surreal. Se não quiser aceitar, é até lógico fazer isso. - Disse John, mas foi interrompido por mim.
- Tudo bem! Eu faço. - peguei o canivete. - Certo... - Passei o canivete na mão que por alguns segundos continuou igual, até começar a sangrar. Doeu um pouco, por isso tomei mais um analgésico.
- Sua vês de girar! - O fitei.
- Era isso o que eu precisava saber! Mestiço otário. - Ele se levantou. Era muito maior do que eu pensei. - Eu vim para te caçar.
- Não acredito! - Disse John assustado.
O garoto segurava o canivete e não parava de crescer, alguns dos adolescentes notaram isso, o que os fez correr. Os que não notaram correram por tabela. No fim só ficamos eu e John.
- Ainda bem que não correu Thomas, não adiantaria. - Sua voz era muito mais grave que antes e sua boca muito maior. Por alguns segundos eu notei que um de seus olhos sumiram e o outro agora se localizava no meio da testa, era um ciclope.
Ele investiu contra nós com um belo soco, mas só acertou nossas mochilas, que estavam no meio de nós dois. Ele era meio desajeitado talvez pelo tamanho, mesmo assim era feroz e poderia ser mortal. Por sorte o canivete sumiu da sua mão, deve ter caído com o soco no chão.
Nos afastamos um do outro e o ciclope ficou bem no meio. Ele decidiu vir contra mim correndo e eu só podia desviar, foi o que fiz a cada golpe de direita e a cada golpe de esquerda. Ele tentou atacar de cima, mas rolei para o lado.
John estava longe apenas parado, parecia querer fazer algo, mas não sabia o fazer. Me distrai com Jonh e acabei levando um dos socos, estava anestesiado demais para sentir 1/3 daquela dor então somente fui arremessado para longe. Ou melhor, para perto de onde estava o meu amigo. Ele me levantou do chão e corremos para trás de uma arvore.
- Thomas, está bem? - Ele disse agitado.
- Tô... er.. Tô. Vamos correr, vem.
- Não adianta. Ele vem atrás de nós! Eu deveria ter trazido minha bolsa extra, devia ter trazido.
- Do que está falando, John? - Eu respondi confuso.
- Eu tenho uma bolsa extra para este tipo de coisa. E toda aquela bebida, droga! Não sei o que fazer. - Ele disse se lamentando, com ose tivesse por dias planejado o que fazer quando uma coisa dessas acontecesse. - E ainda queria ganhar o titulo de melhor protetor... Quem sou eu para ganhar algum título?... Título... Prêmio. THOMAS! CADÊ SEU TROFÉU? - Ele completou gritando no final.
- Do que está falando? Precisamos fugir dele, ele está vindo pra matar a gente. - Disse desesperado.
- Está aqui? Na sua mochila?
- Estava na minha mochila, provavelmente está jogado pelo chão depois daquele cara ter destruído tudo! - Estava completamente confuso.
- Então vá pegar, eu não posso fazer isso. Acredite é o que você tem que fazer agora... Vencer aquele cara.
- Com aquele troféu?
- Não é só um troféu...
Eu não sentiria dor alguma por mais grave, não sofreria com isso. Se meu amigo estava são o suficiente para acreditar em algo, eu deveria confiar nele. Avistei o pequeno troféu brilhando na grama e corri até lá. Consegui pegar até se avistado.
Eu conseguia sentir o chão tremendo quando ele corria. Ele era ameaçador e eu empunhava um troféu minúsculo como se fosse um garfo.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAH! - Gritei sem me mover. O garoto finalmente chegou, de cima pra baixo ele jogou seu braço na minha direção. Levantei meu troféu e incrivelmente consegui pará-lo bem acima do meu rosto. Empurrei seu braço de volta e ele o recolheu. Porém tentou atacar com o outro, eu estava confiante e consegui me defender daquele punho que cobria meu rosto. O empurrei de volta.
Dei passos para trás e pulei na direção do seu rosto, em vão, ele me sovou horizontalmente antes que o acertasse. Cai e logo me levantei. Correndo, empunhei o troféu agora como uma espada.
Ele novamente tentou me acertar um soco, abaixei-me desavantajavelmente porque me fez desacelerar mas rolei contornando o cara e me posicionei atrás dele. Era grande, lento e eu estava confiante demais para não consegui. Pulei nas suas costas que por si só poderiam ser chamadas de rampa. Chegando até seus ombros posicionei cada uma das pernas em um ombro. Levantei minhas mãos com o troféu no alto delas e forcei para baixo com toda força bem no meio de sua testa.
- Em cheio! - Acertei seu único olho e o troféu ficou fincado no seu rosto. Ele se mexia com muita dor, coisa que eu nunca entenderei. Ele me derrubou em um de seus movimentos, mas não liguei agora ele estava entregue as minhas ações.
Dei passos para trás, correndo ganhei velocidade e chutei sua testa com um grande salto. Caímos juntos, porém eu com o pé na cara dele.
- Pode ficar com meu prêmio de bom comportamento, não sei mais se mereço.
- Thomas, esse troféu... Ele é de bronze... Acho que você cresceu o suficiente. - Ele me dizia pausadamente.
- John, vai para sua casa. Isso aqui vai nos encrencar. Olhas ali. As pessoas estão vindo para saber o que aconteceu. Vai pra casa e tenta não parecer suspeito. - Corri.
- Thomas! Cara!
Quando cheguei em casa disfarçando. Minha roupa estava suja e minha boca machucada.
- O que aconteceu? Quem fez isso? você está bem? Não acredito que deixei isso acontecer, desculpa.
- Eu estou bem, a culpa não foi sua. Na verdade não foi de ninguém e você nem sabe o que aconteceu. - Andei em direção ao meu quarto.
- Thomas. Precisamos conversar.
- Eu briguei. Foi isso. Vou pro meu quarto.
- Não é sobre isso. É muito mais sério. E-eu... eu... escondi uma coisa de você.
Parei no meio do caminho e voltei. Ele poderia mesmo ter sido o culpado pelo que aconteceu?
- É sobre sua mãe... Para começar ela não morreu. Você é um semideus Thomas.
- Pai... Não entendi o que está tentando fazer, mas não está funcionando. Ou dependendo está funcionando muito bem.
- É sério. ME ESCUTA! Isso que te atacou, eu sabia que ia acontecer. Mas pensei que você pudesse ser mais humano que semideus, porque até agora nada tinha acontecido a você, nenhuma mudança nenhum ataque - O interrompi.
- Como você poderia saber que ia acontecer? Pai! Seja claro. Direto. Eu... acho que matei uma pessoa hoje. Preciso saber se eu tive alguma culpa, por favor Seja direto.
- Você é filho daquela deusa mitológica: Deméter. Pode parecer loucura ou invenção minha, mas não é. Eu queria que fosse. E você não é o único minha irmã, sua tia me telefonou ontem... Acontece que uma prima sua também é semideusa.
- Como nunca as conheci? Porque?
- A gente achou que fosse melhor assim, desculpa... O pior é que esta menina também foi atacada e precisou fugir para um acampamento, eu não pensei que fosse preciso mas, você também vai para lá!
- O que? - Respondi rapidamente.
- E hoje! - Ele completou.
- E-eu usei um troféu que a diretora me deu... Ela está envolvida nisso, porque aquilo era tão poderoso? Era só plástico.
- Eu analisei... Era bronze celestial. Acredite, tudo aconteceu por algum motivo, mas não temos muito tempo.
Estávamos a ponto de sair de casa, sem mochilas nem bagagem. Para minha surpresa John estava nos esperando no quintal.
- John, vai para casa. Eu vou viajar, err... vou me mudar. - Eu disse.
- Eu sei Thomas, vou te acompanhar até o acampamento. Sei de tudo e ainda mais, sei do que você precisa para chegar a salvo lá.
Assustado, me despedi do meu pai e enquanto andava esperei que tudo não passasse de um sonho louco.

Armas Escolhidas


- Espada de Bronze (Item de reclamação)
- Escudo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Thomas M. Prophath, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Thomas M. Prophath em 08/01/14, 02:47 pm

Thomas M. Prophath
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