The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Tommy Keynes
Dados Gerais

Nome: Tommy Keynes
Apelido: Lord
Idade: 18 anos
Progenitorª Divino: Hefesto
Progenitorª Mortal: Alice Keynes
Cidade Natal: Nova York
Moradia Atual: Nova York
Raça: Semideus

May be odds be ever in your favor
Dados Psicológicos



Descrição Física


Sou alto, 1,77 metros para ser mais exato. Sou branco com cabelos e olhos castanho. Sou Magro, mas com músculos. Tenho várias tatuagens espalhadas pelo corpo, principalmente nos membros superiores. Ombros largos e mãos fortes e rápidas. Tenho uma barba rala em um tom escuro.

Descrição Psicológica


Sou um preguiçoso nato. Prefiro sombra e água fresca do que trabalho duro, mas para compensar sou um tanto quanto leal e verdadeiro, as vezes até demais. Não gosto de falsidade, o que me faz agir de um modo diferente muitas vezes, sendo vingativo a maior parte do tempo. Contudo, meus pensamentos passam a maior parte do tempo ligada a minha mãe que faleceu aos 37 anos por causa de uma doença, e isso causou sérios danos psicológicos em mim.

História


Há dezoito anos atrás uma bela moça, na qual morava em Nova York com seus pais, trabalhava, estudava e ainda ajudava os pais com as tarefas diárias. Poucas vezes saía, geralmente visitava museus ou teatros, não gostava de sair à noite. Havia poucas amigas, mais ainda assim segredos e fofocas eram trocadas, mas nada que causasse brigas entre elas. Num belo dia, a moça saíra com as amigas e então conheceu alguém pela qual se apaixonou. Hefesto, esse era o nome de tal homem no qual a moça nunca mais parou de pensar e se apaixonar cada vez mais. Os olhos, os cabelos, até a pele do pobre homem deixava a mulher enlouquecida. Bons tempos aqueles apaixonados passaram juntos, a moça sem saber das consequências acabou tendo experiências mais elevadas do que apenas beijos e abraços. Sem que ela soubesse de seu grande segredo o homem viveu com a dama, até que foi forçado a deixá-la. Antes de partir o homem revelou o que realmente ele era.
Um Deus, Hefesto era um deus, era um dos doze deuses olimpianos. O grande Deus das forjas.
A jovem mulher, grávida, entendeu que o homem não poderia ficar ali, junto a seu filho, e então teve de criá-lo sozinha.
O garoto nunca fora uma criança "normal", sempre brincando que era um grande guerreiro. Uma espada improvisada que ele mesmo fizera, um escudinho feito de madeira, e agora estava pronto. Um bravo guerreiro pronto para a batalha contra os ganhos de árvores e alguns pilares que haviam no pátio onde vivia. Geralmente as espadas criadas pelo garoto se quebravam facilmente com alguns encontros aos pilares de concreto. Não era forte, no caso de força física, mas era forte de alguma forma, algo de grandioso vivia dentro daquele homenzinho. Que só foi descoberto quando atingiu uma idade avançada, na qual poderia entender os grandes motivos que o pai teve, para assim não viver junto a ele.
Ao atingir seu décimo sétimo aniversário, o garoto estava um pouco mais maduro. Sim, seu corpo se desenvolvera, mas a mente ainda era de uma criança. O quarto arrumado da forma que mais gostava. Espadas e escudos, quase todos os objetos do lugar foram forjados pelo garoto de apenas doze anos de vida. Quase sempre brincava com aqueles objetos de guerra forjados por ele. Mas como sempre, ele brincava sozinho. O garoto montara um boneco feito de trapos e amarrara em uma das árvores do quintal. E ali ficava nas horas vagas batendo com as lâmina que arrumava, naquele "saco de pancadas".
A mãe nunca escondera do filho a grande admiração pelo grande Deus Hefesto, da mitologia grega -ou lendas, como dizia o garoto- mas nunca lhe contara sobre o segredo que o pai do garoto carregava. ela sabia quais seriam as consequências para o garoto, monstros poderiam atacá-lo, sendo ele um bravo guerreiro (na mente dele), poderia não sobreviver a uma batalha de verdade, com aqueles cacos de espadas que ele criara. Ela também guardava este segredo do filho, pois seu amado lhe pedira, sim, Hefesto pedira para que a jovem nunca revelasse que ele era filho do grande Deus das forjas, pelo menos até que ele pudesse mandar um sinal.

Meses depois de completar dezoito anos, o menino começara a se sair mal no que fazia fora de casa, seus problemas começaram a ficar cada vez mais graves. A dislexia que o garoto possuía lhe deixava furioso. Tentou usar óculos, mas ficou muito pior. Seu amigo Larry, tão normal quanto Tommy- esse era o nome do garoto- andava de um modo gozado, precisava de muletas, mas quase sempre andava com Tommy sem elas. Os dois eram grandes amigos, talvez fosse por que garoto nunca tivera um amigo de verdade, ou que fosse "especial" igual a Larry. A figura do amigo era muito diferente da que o garoto era. Loiro, olhos castanho claro, tom de pele pouco bronzeada, mas branca. Suas vestimentas eram normais. Mas por baixo daquelas roupas grandes segredos haviam.
Em um dos passeios da faculdade, em uma floresta pouco alegre, Larry e Tommy se distanciaram dos colegas de classe, causando o esquecimento do lugar para voltar. Tradução, estavam perdidos em uma mata pouco habitada por HUMANOS. Os dois garotos tentaram e tentaram encontrar seus colegas, mas não tiveram sorte. Enfim encontraram um rio de águas cristalinas, aquela água que corria por uma bela cachoeira, era a coisa mais linda vista pelo filho de Hefesto. Saciaram sua sede com goles de água limpa, e a fome que sentiam, com algumas frutas, que aviam em algumas árvores, de alguma forma Larry sabia como se virar estando perdido.
No último gole de água que Tom tomara, se assustou com o rosto de uma menina, que parecia ter a sua idade acenando e sorrindo para ele, lá no fundo do rio. Com um pulo para trás derramando água por cima da camiseta dos Dodgers, ele se atirou no chão, mas não conseguia se mover de tão assustado. Larry correu para ajudar o amigo que em pânico estava no chão.
-Uma gar... uma garota- Disse com um olhar assustador na face e apontando para o rio.
-Uma garota? você se assustou com uma garota?- dizia Larry rindo da expressão de pavor no rosto do amigo.
-Sim uma garota- Respondeu, comum tanto de raiva de Larry. -Pra você deve ser fácil. Ver garotas á alguns metros a baixo d'água, acenando e sorrindo-
A risada de Larry cessou, a cor da pele havia mudado drasticamente. O pobre menino soava frio, não sabia o que dizer. Apenas juntou a mochila que estava no chão e aconselhou que saíssem dali. Com medo, Tommy o seguiu e então saíram do lugar.
Por algum tempo andando, encontraram o lugar onde seus outros colegas estavam. Mas antes de sair da floresta, algo havia voado de uma árvore a outra. Algo com a cor negra, provavelmente um fruto da imaginação, foi o que Tommy pensou. Larry estava junto ao lado dele quando resolveram se virar e seguir seu caminho. Algo trancara seus movimentos, uma mulher com roupas de couro estava trancando a passagem dos dois.
-Olá Larry- Disse a mulher sorrindo secamente.
-Se deu bem em garotão- Disse Tommy tirando sarro da cara do amigo.
-Hum... Esse é o garotinho que está cuidando? Semi-Deus, certo?- Novamente falou a mulher
-Semi... o que? Do que ela está falando?- Indagou, olhando para Larry.
-Como sempre, terei que matá-lo antes que saiba o que realmente é- Disse a mulher, pouco antes de se transformar em um morcego gigante.
A única reação dos moleques foi correr, Larry sem abrir a boca corria como se a vida dele dependesse daquela velocidade toda.
-Sabe lidar com espadas?- Perguntou Larry com um pensamento maroto.
-Mais ou menos, por que? você tem uma ai?- Respondeu Tom.
Com um movimento rápido, Larry retirou uma flauta e um pedaço de ferro da bolsa. Lançou o ferro na direção de Tommy, que a pegou. Nesse instante os dois pararam de correr e logo se viraram.
-Uau! Um morcego gigante- Exclamou o semi-deus estasiado.
Sem falar nada Larry começou a tocar a flauta. Raízes de árvores foram ao encontro daquele monstro que voava atrás deles. Com velocidade ele esquivava e continuava voando na direção dos homenzinhos.
-Segura com as duas mãos- Disse Larry se referindo à barra de ferro que o amigo segurava.
Atendendo a ordem do amigo se pôs as segurara aquele objeto com as duas mãos. Em instantes uma espada era formada nas mãos do menino que tentava golpear aquele "bicho" com a arma. As garras do mostro rasparam em seu rosto, mas foi naquele momento que o semi-deus atingiu o animal em cheio, e o fez se desmanchar em uma chuva dourada de pó.
Os garotos saíram dali e foram discutindo até chegar na casa de Tommy. Alice -mãe de Oliver- tratou muito bem a chegada dos dois garotos, até o momento que Larry lhe disse que Tommy deveria ir para o acampamento. Sem entender ele pegou algumas peças de roupas e entrou no carro com a mãe e Larry.
Perguntas foram feitas e respondidas. Tom descobriu a verdadeira identidade de Larry, um Sátiro. A única pergunta que a mãe se forçava a não contar ao filho era "Quem é meu Pai?". Quando estavam quase chegando ao tal acampamento que o semi-deus não sabia do que se tratava, os três avistaram Fúrias iguais a que havia atacado os dois na floresta. O carro cada vez mais rápido andava. A chuva era algo que não podia ser combatida pelo para-brisa. Até que Larry reconheceu a entrada e logo pararam o carro e saltaram do mesmo. Puseram-se a correr para um grande pinheiro no alto de uma colina. Quando estavam quase chegando ao pinheiro, as fúrias estavam juntas a eles, cortes com as garras foram feitos em Alice, Tommy e Larry. O de Alice fora muito mais grave, e fora isso que causara sua morte precoce. Oliver tomado pela raiva e a dor de ter perdido a mãe puxou a barra na qual Larry deixara com ele e segurou-a com as duas mãos, formando aquela linda espada. Quando a espada estava pronta nas mãos do garoto,em frente a entrada para ao acampamento Meio-Sangue, uma luz prateada brilhava em cima da cabeça do garoto que acabara de perder a mãe. Um martelo era o objeto que se formara a cima da cabeça dele. Fora naquele momento que Larry descobriu que Tom é um dos filhos do grande Deus Hefesto.
As fúrias foram drasticamente aniquiladas pelo meio-sangue, queue com raiva golpeava elas com a espada que se criara em suas mãos, assim elas desapareceram do mesmo jeito que a que atacara eles na mata onde eles passeavam com a escola.
No fim de tudo Tom acabou aceitando o fato de ser o Filho de um Deus, sendo ele Hefesto, o deus das forjas, e assim foi reclamado por seu pai, perante a morte da mãe e a frente do acampamento, somente Larry vira aquele martelo, mas foi assim que ele ficou conhecido no acampamento. O filho de Hefesto, matador de fúrias.

Armas Escolhidas


- Espada de Bronze (Item de reclamação)
- Elmo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Tommy Keynes, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Tommy Keynes em 27/12/13, 12:11 am

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Re: Ficha de Reclamação



Selene, goddes of moon


Reprovado.

Bom, tome cuidado com a coerência do texto, houve partes em que me perdi completamente e já não sabia mais do que você estava falando. E também a troca de tempo e etc. A história de Tommy, em si, é boa, você pode reutilizá-la, não é necessário usar palavras difíceis, de certo modo algumas das que você usou não se encaixaram nas frases. Lembre-se de que Benevolentes, normalmente, perseguem semideuses muito poderosos, como filhos dos três grandes, da próxima vez tente um monstro como cão infernal, empousai e etc.
Se precisar de ajuda ou qualquer coisa, pode me mandar MP.
Boa sorte.

 


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Mensagem por Selene em 28/12/13, 01:18 pm

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