The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Missy Kramer
Dados Gerais

Nome: Missy Kramer
Apelido: x-x-x-x
Idade: 18 anos
Progenitorª Divino: Poseidon
Progenitorª Mortal: Desconhecido
Cidade Natal: Oregon
Moradia Atual: As ruas ainda...
Raça: Semideus

Nem sempre o que reluz é ouro
Dados Psicológicos



Descrição Física


Um rostinho branco, doce, gentil e completamente ingenuo. Longos cabelos ruivos contrastam com a pele limpa da menina. Esta não tem mais de 1.70 de altura e certamente não deve pesar mais do que 75 KG. Os braços sempre cobertos pela costumeira jaqueta escura repleta de spikes e outros acessórios de roupa. No pulso a tatuagem de um tridente representando o patrono grego da coisa que Missyne mais ama: O mar. Atrás da orelha apenas um coração que combina exatamente com o a chave tatuada no dedo de Dean. No ombro três palavras Veni, Vidi, Vici tatuada.

Descrição Psicológica


Missy não é nada do que aparenta ser, sua aparência é perfeita para aquela garotinha do interior amável, simpática, cheia de amor, carinhosa e inofensiva. Não, Missy Kramer não é assim e nunca será. Pelo contrario, ela é uma garota fria, calculista, nada simpática, sociopata e mata por puro prazer. Depois de sofrer no orfanato, ser quase morta varias vezes, ser obrigada a trabalhar como garota de programa durante uma semana ela perdeu toda sua "humanidade" e se tornou algo que qualquer um temeria. Seu único e maior medo é se separar de Dean o homem que a ajudou e que pela primeira vez a mostrou o que é o amor verdadeiro e que a fez amar. Sua maior ambição é banir do mundo todos aqueles que destruíram vidas de garotinhas, pessoas que mataram, pessoas que roubaram, pessoas que tornaram o mundo o grande lixo que ele é.

História


-Vamos lá Srt. Kramer... Diga-nos quem é...- Aquela voz... Aquele rosto... Era tudo tão familiar... Uma garota estava sentada em uma mesa, um sorriso sarcástico dominava o rosto dessas... Seus olhos tão doces, sua face tão inofensiva... Se aqueles rapazes não tivessem presenciado o que a garota fez jamais acreditariam que uma ruivinha doce e gentil faria aquilo. Os olhos da menina ficaram marejados, um beicinho apareceu. –Moço... Eu não fiz nada... Eu... Eu não fiz nada... - As mãos da menina foram de encontro com sua testa, o lugar escuro escondia o sorriso maléfico que se encontrava no rosto da garota. –Eu só estava lá... Eu não sei como isso parou em minhas mãos... - A voz era doce, sobre a mesa um canivete sujo de sangue com apenas três letras “MDK”. Dois homens estavam na sala, nada mais havia no local exceto pela mesa e pelo canivete. O mais alto e pelo que se entendia mais burro dos homens estava se comovendo. –Chefe... Ela é inofensiva... Não seria capaz de matar...- As palavras soaram como um sinal de que a menina devia agir... Enquanto os homens discutiam a menina pegou o canivete e saiu da cadeira se escondendo nas sombras.
O mais baixo e gordo se virou para dizer algo para a ruivinha. –Ela fugiu... Droga!- Um sorriso maléfico surgiu no rosto da menina e esta arremeçou o canivete, a arma por sua vez acertou a nuca do primeiro rapaz, este por sua vez caiu no chão sangrando. O outro assustado correu para a porta, a menina tirou um segundo canivete da manga da jaqueta e jogou este contra o calcanhar do homem. Ele caiu. Saindo das sombras pode-se ver a menina pela primeira vez. Rostinho doce, parecia ingênua, ninguém acreditaria na barbaridade que ela cometera. –Vou deixa-lo vivo... Avise aos seus amigos... As 7:30 canal vinte e dois...- O homem estava horrorizado e observava a garota. –Missyne... Cuidado... - Um tiro atravessou a parte de vidro da janela... Eram policia Missyne rapidamente saiu do local por uma janela oposta a atingida... O local logo foi invadido, nas paredes escritas em sangue... “7:30 canal 22”.
Longe do local, uma BMW azul estava parada num beco qualquer, um casal parecia conversar animado, a voz feminina ria. –Você é mesmo louca amor...- Um risada. –Sou nada... Mas sabe, ninguém nunca pega a Kramer.- Dessa vez a risada feminina e um silencio que começava a incomodar. O silencio foi quebrado por uma voz masculina. –Missy, você nunca me contou sobre si mesma...- A menina pareceu bufar irritada, uma luz invadiu o veiculo e se viu a garota e o garoto sentados no banco traseiro. –Dean... Não tem nada de importante...- O rapaz cruzou os braços sério. –O.K eu conto...- A mão da jovem foi levada ao cabelo e suspiro foi dado. –No orfanato diziam que fui achada na beirada de uma estrada... Nunca entendi isso... Como alguém poderia abandonar algo tão doce como eu?- O garoto riu fraco e voltou a observar a menina. –Eu cresci nesse orfanato, ele ficava perto de uma praia... Ah eu amava ficar naquela areia branca sentindo o cheiro do mar salgado... Sempre me senti bem perto do mar... Algo sempre me dizia que eu ficaria bem, mas para mim eu nunca ficaria... O orfanato era dirigido por uma velhinha magricela e estranha.- A menina riu lembrando-se da fisionomia da dona do orfanato.
-Ela realmente me odiava... Teve uma vez que ela ia me colocando dentro do forno para me matar mas fui salva por um assistente social... Ele espancou o namorado daquela magricela... Ele ficou meio machucado.- Agora foi a vez do rapaz rir novamente. Missy se deitou no colo do aparente namorado sorrindo. –Depois disso ela e aquele feio pararam de tentar me matar... Nunca entendi o porque... Eu nunca fiz nenhum mal a ninguém.- O garoto olhou sério a menina.-O.K, eu nunca havia matado ninguém naquela época... Comecei a matar a três anos quando fui expulsa do orfanato. Foi algo chocante... Eu não tive culpa daquela menina morrer... Na verdade eu tive... Mas eu não a suportava mais...- O rapaz começou um cafuné na menina enquanto esta por sua vez estava agarrada as pernas dele. –Foi realmente rápido... Em um momento eu estava com a frigideira cheia de óleo quente no fogo e no outro ela estava agonizando de dor jogada ao chão... O cheiro era de carne frita... Foi terrível...- Um longo suspiro foi dado pela parte da menina. –Continuando... Depois desse dia tive que viver nas ruas... Me virava como podia... Cheguei a trabalhar por dois dias como garota de programa mas cansei daquilo, aquela vida não era para mim... Então eu segui andando pelas ruas a procura do meu verdadeiro lar... Foi quando te encontrei...- O menino sorriu. –Me lembro como se fosse ontem... Você vinha suada por uma estrada cansada e com uma mochila nas costas... Meu carro parado e quebrado... Você me ajudou a conseguir ajuda e desde então não nos separamos.- Ambos riram e começaram um beijo... Um som esquisito os atrapalhou, o celular jogado no chão vibrava... Eram exatas 6:30 da manhã...
Uma hora depois no departamento de policia de New York... Todos estavam ligados no canal 22... –Agora um anuncio da nossa matadora predileta...Kramer...- A tela da televisão escureceu e depois uma imagem branca e aquela cadeira enorme virada de costas... No fundo um monte de jornais que anunciavam as mortes cometidas por Kramer e então aquela voz grossa e extremamente destorcida começou. –Parabéns Srs. Policiais, me prenderam por duas horas... Mas vejamos, foram dois mortos para o lado de vocês e duas janelas destruídas... Para mim alguns arranhões e uma noite de amor...- Todos estavam boquiabertos, eles escutavam atentamente as palavras e alguns mordiam os lábios de raiva ou ódio. –Sabe chefe Hushell... Eu acho que as mortes não vão parar por agora... Você esta sendo tolo em continuar com está investigação... Eu mato quem eu quero e quando eu quero... Posso ter ou não motivos... Eu apenas mato...- A tela escureceu novamente e o jornal da manhã voltou a passar normalmente.
Em um quartinho pequeno e com o exato cenário da gravação do assassino estava Missy deitada em uma cama ao lado do namorado. Ambos riam. –Ótimo trabalho querida...- Um pequeno beijo foi dado e a porta foi aberta bruscamente. Um loiro de blusa laranja e muletas apareceu com a respiração pesada. Missyne se levantou apressada e assustada. –Michael... O que houve?- O namorado da menina se levantou e colocou o amigo na cama preocupado, as palavras não saiam e Missy corria com um copo de água. Michael recusou e olhou Dean. –Esta na hora... Leve ela embora...

Armas Escolhidas


- Espada de Bronze (Item de reclamação)
- Escudo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Missy Kramer, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Missy Kramer em 21/12/13, 09:09 pm

Missy Kramer
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Data de inscrição : 16/12/2013

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