The Olympian Code

Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação






Ficha de Reclamação
Victória Black
Dados Gerais

Nome: Victória Black
Apelido: Viic
Idade: 17 anos
Progenitorª Divino: Poseidon
Progenitorª Mortal: Mary Black
Cidade Natal: Epson, Surrey
Moradia Atual: Long Island
Raça: Semideus

I'll be you death
Dados Psicológicos



Descrição Física


Victória tem pele clara, cabelos loiros com mechas coloridas e olhos claros, que não possuem cor exata, variam do verde ao mel.
É magra para sua idade, mas bem ágil. Tem estatura mediana, apropriada para seus dezessete anos.
A garota gosta de usar roupas simples e confortáveis, como jeans e camisetas. Ama suéter e cardigans, além de camisas e camisetas com frases. Vive de sapatilhas ou tênis, principalmente os de cano alto.
Tem um colar com um pingente de âncora, sua única memória do pai, o qual tem mania de mexer sempre que está nervosa, ansiosa ou pensativa.

Descrição Psicológica


Viic Black é uma curiosa, no mínimo. Adora desenhar e escrever, principalmente cenas da natureza.
Não possui nenhuma lembrança anterior aos seus quatorze anos, sabe apenas que suas iniciais são VB e que, aparentemente, não possui pais.
Tem uma sede incontrolável de conhecimento e possui memória fotográfica, uma vez que conhece os lugares retratados em seus desenhos e escritas, mas não lembra-se de onde.
Age de forma precavida, tem medo que as pessoas abusem dela por conta de sua falta de memória. Em certos momentos, torna-se fúnebre, principalmente se o assunto é relacionado à família.
Tem uma cera paixão por cavalos, água e, por mais estranho que parece, por seu colar, suas mechas e seus cadernos antigos, sempre carrega-os com si dentro de uma mochila velha.
Tem vontade de descobrir sua história e o por que essa névoa esconde seu passado, sem contar que adoraria saber por que vê coisas que mais ninguém vê e o que a levou para Long Island.

História


Tudo começou há dezessete anos, em Epson, Reino Unido. Mary Black era apenas a melhor treinadora de cavalos no hipódromo de Epsom Downs, Surrey.
Mary tinha um jeito especial com os animais, era como se os compreendesse. Alguns outros funcionários do local diziam que ela era mais que uma treinadora, era uma encantadora de cavalos.
A Black perdeu os pais cedo demais e com menos de quinze anos começou a trabalhar com o que mais amou a sua vida toda, cavalos. Aos vinte anos, já era considerada a melhor não só do Reino Unido, mais do mundo todo.
Mary vivia em um trailer no hipódromo, assim ficava sempre perto dos cavalos. Em uma das edições do Epson Derby, ela conheceu um homem que compreendia muito bem os sentimentos da bela moça pelos adoráveis animais. Poseidon era seu nome.
Conversa vai, conversa vem... E quando menos esperava, Mary encontrava-se grávida do misterioso homem que lhe explicou, sem muitos detalhes, a verdade sobre si.
Não era só no nome que Poseidon assemelhava-se a cultura grega. Mais que isso, ele era o próprio deus dos mares, criador dos cavalos. Não só isso, a criança que Mary esperava era uma semideusa, herdaria alguns poderes do deus, em menores escalas, mas herdaria.
Entretanto, ser filha de um dos Três Grandes traz muitos perigos, entre eles, ser caçada por monstros. Mary teve sua pequena filha sozinha, pois pouco depois de contar sobre a gravidez para o deus, o mesmo teve que voltar a suas obrigações.
Mary e sua filha Victória, viveram tranquilamente no hipódromo. A garota herdara o dom da mãe com cavalos e amava montar. Durante seis anos, a garota e sua mãe conseguiram despistar os monstros que a caçavam.
Victória era uma criança divertida. Estava sempre atrás da mãe aprendendo tudo sobre cavalos, vivia perguntando para todos no hipódromo sobre vários assuntos, era uma garota curiosa. Adorava ler, desenhar e escrever, gostava tanto que o pessoal do trabalho da mãe juntou-se e comprou para ela de aniversário de seis anos um grande caderno de desenho e um para ela escrever, além de um estojo de lápis de cor, desenho e de escrever.
A garota gostou tanto dos presentes que andava com eles em sua mochila. Nunca era vista sem ele e sem seu colar com pingente de âncora, a única coisa que tinha de seu pai. Até mesmo quando treinava com Pégaso para o show de salto, ela não largava aquela bolsa.
Era uma noite tranquila quando aconteceu. Victória tinha pouco mais de seis anos e decidiu cavalgar uma pouco mais. Saiu do trailer sem a mãe perceber, selou Pégaso e, com a mochila nas costas, saiu para caminhar pela mata ali perto.
Próximo ao riacho, ela desceu de Pégaso e sentou no chão mesmo, iria desenhar àquela cena. Um lindo cavalo preto com crina e calda negra bebendo água no riacho ao luar. Parecia até mesmo um quadro de tão perfeita que era a cena.
Estava tranquila desenhando quando ouviu algo ali perto. Era um barulho que nenhum animal de Epson fazia. Assustada, a menina correu para perto do riacho, molhando um pouco de suas calças jeans. Estava para montar em seu cavalo quando percebeu que o mesmo fugira com o barulho.
Sem saídas, a menina preparou-se para o bote. Segurava a mochila com suas preciosidades firmes em suas pequenas mãos, assustada com o que via em sua frente. Um enorme cão de aparência infernal surgia no meio da mata.
Cada vez mais assustada, a menina recuava para o riacho. Quanto mais ela recuava, mais o monstro avançava. A menina não sabia o que seu pai e ela eram, não conhecia o mundo grego e estava cada vez mais assustada com o desenrolar daquela noite. Tão assustada que a água do riacho, que agora se encontrava quase que em sua cintura, jorrou para cima e disparou na direção do ser das sombras.
Sem saber o que fazer, Victória fez a única coisa lógica. Correu. Correu e correu, até voltar aos estábulos e encontrar Pégaso a sua espera. Tirou a cela do cavalo e o acalmou, ela não era a única assustada com o que aconteceu. Sem mais enrolar, voltou para o trailer com discrição.
A garota prometeu a si mesma que não repetiria o passeio noturno e nem contaria a ninguém o que viu. Mas isso não a impediu de desenhar e escrever o que viu. Até os mínimos detalhes, era a vantagem de ter uma memória fotográfica.
Aos oito anos aconteceu o pior dia da vida de Victória. Mary recebeu um chamado para resgatar um cavalo não muito longe dali, mas uma tempestade e aproximava. Sem alternativa, Mary deixou a filha sobre os cuidados de um colega de trabalho e foi fazer seu trabalho.
Cinco horas depois, com o fim da tempestade, Vic descobriu-se órfã. Além de perder a mãe, a menina teria que sair do hipódromo. Sem mais alternativas, a menina colocou em sua bolsa suas coisas, toda a economia de sua mãe e o dinheiro que ganhava em shows de saltos, tudo que tinha de comida e bebida no trailer e mais umas coisas insubstituíveis. Por fim, selou Pégaso e sem ninguém perceber, fugiu do hipódromo levando um dos cavalos premiados.
Durante meses, Viic e Pégaso viajaram por toda Surrey e cidades próximas, foi até Brighton e despediu-se de Pégaso. No litoral britânico, conseguiu uma passagem e foi para os Estados Unidos pelo mar. Não sabia o porquê, mas não se sentia bem em viajar pelo céu. No navio que embarcou, a menina conseguiu um emprego de ajudante de limpeza, seria bom ganhar mais algum dinheiro.
Como se fosse guiada por algo ou alguém, que ela acreditava ser a mãe, a menina seguia sempre para Long Island, New York. E seguia sempre pelo litoral. Ficava pouco tempo nos lugares, no máximo aprendia alguma coisa, sempre em busca de conhecimento, e trabalhava em algum lugar por pouco tempo. Juntava dinheiro necessário para sobreviver, ela viva com bem pouco.
Com quatorze anos, Victória acordou no bosque que acampava sem saber nada. Nome, idade, história... O que sabia era o que via em um estranho caderno de histórias e de desenhos. Algo a levava a crer que suas iniciais eram VB, pois era assim que assinava os desenhos, se é que eram seus.
Sempre que procurava saber de seu passado, sua mente ficava nevoada e uma forte dor de cabeça a atingia. Seus sonhos eram estranhos. Via imagens de pessoas e lugares que conheceu, mas não sabia quem eram ou qual a ligação com ela. Parecia que uma névoa nublara seus pensamentos.
Ela só não entedia o porquê. Ela não fizera nada de errado, ou fizera? Aliás, quem ela era? Onde estava e porque estava ali? Ela queria se lembrar, mas não conseguia. E cada vez que tentava, a dor ficava pior e pior.
Anos se passaram e agora ela tinha dezessete anos e via coisas estranhas, fazia coisas erradas e que mais ninguém podia fazer. As únicas certezas que ela tinha em sua vida era que suas iniciais eram VB, que ela desenhava e escrevia, que ela tinha que ir para Long Island, onde ela estava agora, e que o colar de âncora em eu pescoço era algo de seu passado.

Armas Escolhidas


- Adaga de Bronze (Item de reclamação)
- Escudo de Bronze (Item de reclamação)
- Saquinho de Ambrosia 100g (Item de reclamação)
Eu, Victória Black, concordo com as regras e politicas de privacidade do The Olympian Code e me comprometo a segui-las.
Thanks Ártemis @The Olympian Code

Mensagem por Victória B. Prophath em 20/12/13, 03:49 pm

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Re: Ficha de Reclamação


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Mensagem por Poseidon em 20/12/13, 05:39 pm

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